Não olhe muito tempo pra dentro do abismo, que o abismo começa a olhar dentro de você."
"Sentir piedade de um ser humano, é conduzi-lo a destruição."
"Na vingança e no amor a mulher é mais cruel que o homem."
"O inimigo mais perigoso que você poderá encontrar será sempre você mesmo."
"Sempre há um pouco de loucura no amor, porém sempre há um pouco de razão na loucura."
(Friedrich Nietzsche)
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Já que não podemos participar de debates, vamos aos outro meios....


Pará
Governador:
Cleber Rabelo – 16
Vice: Fátima “Fafá”
Senadores:
Abel Ribeiro – 160
Paulo Braga – 161
Deputado Federal:
Ailson Cunha – 1.616
Deputadas Estaduais:
Ângela Azevedo – 16.123
Taís Raniere – 16.016
Encontre o PSTU no Pará
Belém
Rua 1º de Queluz, casa nº: 134
São Braz - Belém - PA
Telefone: (91) 3226 6825
belem@pstu.org.br
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
a frustração de uma solteira
Cozinhar pra um só é uma chatice. Eu sei cozinhar... modéstia a parte eu até me viro muito bem nesse ponto, mas por menos que se cozinhe, tudo parece que vai durar um mês. Eu cozinhei outro dia feijão (entendam: cozinhei algo em torno de 250gr de feijão) e o treco durou uma semana inteira! Chegou no fim da semana eu não conseguia mais olhar pra o tal feijão. E isso serve também para arroz, legumes, carne moída, macarrão... enfim, eu só sei que consegui entender porque Miojo é a ração pra solteiro. É que é fácil de preparar, a porção é individual, e você consegue mudar de sabores com uma "certa facilidade"!
Essas são só as primeiras observações minhas aqui. Aos poucos compartilharei mais coisas nesse espaço.
Um abraço e até a próxima!
Essas são só as primeiras observações minhas aqui. Aos poucos compartilharei mais coisas nesse espaço.
Um abraço e até a próxima!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Tributo ao meu dia
Transgredi entre meios que não conheço. Despistei de mim valores seguros.
Amanheci diferente hoje, sonhei que não dormi e que roubaram alguma coisa que nem era minha, acordei pensando o quanto isso seria estranho.Não tive tempo de resolver nem meus minimos detalhes e achei tempo de repente pra ter surpresas boas e ruins.
Encontrei irmãos e descobri a que nível estão, percebi o quanto estava sendo ingênua em criticá-los do quanto me magoou e guardo isso em mim, fazendo meu mal.
Percebi que confiança é algo que define as pessoas e muito mais que isso, as relações.
A dureza surgiu em mim, o renome " Record " gritou na minha alma e eu não fujo mais disse não!!!
"Se um dia eu sorrir, foi relâmpago no fogo e brilho na alma. Nada me afeta, nada me alerta"
frase dita por mim em uma de minhas cartas de despedida.....retornando hoje pra minha vida como uma rocha mal lapidada pelos atritos fisicos do mar e a terra.
Meus valores, minha moral interrompida por algo que nem valia a pena.
Minha descoberta e de fato, a real liberdade de mim mesma.
"Endurecer sem perder a ternura"
A raiva não deixa vítimas, sendo que o causador nem é tão ruim assim, levando em consideração seu tamanho.
Queria ter uma montanha própria, e subir nela sempre que me sentisse assim, só pra ver a grandeza do mundo e a minha futilidade por ainda me assustar com decepções.
Já tive diversos jardins e alguns deles já mucharam, já foram estraçalhados por formigas e fungos.
Este está abandonado, não quero orquideas,nem margaridas, nem rosas...quero espinhos, cravos e galhos secos...que é pra eu aprender a preparar a terra novamente e fazer um, melhor e mais belo....como uma cenoura....como uma batata...vou fazer uma orta....é mais do que se vê.
Meu dia 03 de Agosto.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
a real..
Na hora de listar as qualidades que a gente quer encontrar nas pessoas com quem iremos nos relacionar vida afora, está lá a indefectível “sensibilidade”.
A gente quer que o patrão seja sensível e não um grosso. A gente quer que nossa amiga seja sensível e não um trator. A gente quer - e como quer! - que nosso namorado seja sensível e não um machista brucutu.
Encontrar sensibilidade nos outros é meio-caminho andado para o entendimento. E sermos, nós mesmos, sensíveis, também é um filtro bem-vindo, é a sensibilidade que permite nossa comoção diante de um quadro, de uma música, de um amor que nos arrebata ou de uma perda irreversível.
Mas admito que sinto uma certa inveja daquelas pessoas que são sensíveis mas não se tornam vítimas da própria emoção. Porque sensibilidade demais esgota a gente.Tem horas em que o filtro não filtra coisa nenhuma: permite que a gente seja atingido profundamente por coisas que mereceriam menos entrega. Cultivamos mágoas por coisas que nos aconteceram 15 anos atrás, remoemos culpas que já foram mais que perdoadas e esquecidas, temos nosso sistema nervoso totalmente abalado porque alguém compreendeu mal nossas palavras, sofremos por questões insolúveis, sofremos, sofremos, e sofrer dá uma senhora consistência à nossa vida, mas como cansa.
Às vezes me farto dos ideais que persigo e que, por serem ideais, nunca se concretizarão plenamente. A vida é defeituosa, imprevisível, nada é exatamente como a gente gostaria que fosse - e sensibilidade é algo que faz a gente aceitar isso e ser feliz do mesmo jeito. Já sensibilidade demais dá nos nervos e fatiga à toa. Uma certa frieza nos faz andar mais rápido, não nos retém.
Como se mede, se pesa, se percebe a sensibilidade suficiente e a sensibilidade excessiva? No quanto ela joga a nosso favor ou contra. Sensibilidade suficiente refina você, lhe dá um foco na vida. Já a sensibilidade excessiva faz de você protagonista de um dramalhão mexicano. Temos escolha? Não se escolhe, é o que se é. Os que são sensíveis na medida aproveitam a vida sem duras cobranças internas. Já a turma dos excessivos pega canetas, câmeras, pincéis, sapatilhas, instrumentos, e transforma o excesso em arte. Ou faz besteiras. Cada um encontra onde colocar sua sensibilidade, uns com leveza, outros com fartão de si mesmos. Os únicos que seguem não entendendo nada são os insensíveis.
A gente quer que o patrão seja sensível e não um grosso. A gente quer que nossa amiga seja sensível e não um trator. A gente quer - e como quer! - que nosso namorado seja sensível e não um machista brucutu.
Encontrar sensibilidade nos outros é meio-caminho andado para o entendimento. E sermos, nós mesmos, sensíveis, também é um filtro bem-vindo, é a sensibilidade que permite nossa comoção diante de um quadro, de uma música, de um amor que nos arrebata ou de uma perda irreversível.
Mas admito que sinto uma certa inveja daquelas pessoas que são sensíveis mas não se tornam vítimas da própria emoção. Porque sensibilidade demais esgota a gente.Tem horas em que o filtro não filtra coisa nenhuma: permite que a gente seja atingido profundamente por coisas que mereceriam menos entrega. Cultivamos mágoas por coisas que nos aconteceram 15 anos atrás, remoemos culpas que já foram mais que perdoadas e esquecidas, temos nosso sistema nervoso totalmente abalado porque alguém compreendeu mal nossas palavras, sofremos por questões insolúveis, sofremos, sofremos, e sofrer dá uma senhora consistência à nossa vida, mas como cansa.
Às vezes me farto dos ideais que persigo e que, por serem ideais, nunca se concretizarão plenamente. A vida é defeituosa, imprevisível, nada é exatamente como a gente gostaria que fosse - e sensibilidade é algo que faz a gente aceitar isso e ser feliz do mesmo jeito. Já sensibilidade demais dá nos nervos e fatiga à toa. Uma certa frieza nos faz andar mais rápido, não nos retém.
Como se mede, se pesa, se percebe a sensibilidade suficiente e a sensibilidade excessiva? No quanto ela joga a nosso favor ou contra. Sensibilidade suficiente refina você, lhe dá um foco na vida. Já a sensibilidade excessiva faz de você protagonista de um dramalhão mexicano. Temos escolha? Não se escolhe, é o que se é. Os que são sensíveis na medida aproveitam a vida sem duras cobranças internas. Já a turma dos excessivos pega canetas, câmeras, pincéis, sapatilhas, instrumentos, e transforma o excesso em arte. Ou faz besteiras. Cada um encontra onde colocar sua sensibilidade, uns com leveza, outros com fartão de si mesmos. Os únicos que seguem não entendendo nada são os insensíveis.
Paz
Carrego-me às costas, sem me poder livrar de mim. Aperto os sentidos para me afastar. Chove lá fora e cá dentro. Faz frio.
Entreguei-me ao tempo como exilada de mim própria.
Fico, irremedialvelmente, em mim.
Na vida que tenho e no que não tenho.
No que faço, no que não faço e no que quero fazer.
Por vezes escondo-me... porque é mais fácil.
Fico na vida. Por opção? Ou porque é mesmo assim?
Sei que vou chegar ao meu lugar, um dia.
Mas a alma fraqueja e o corpo fica quieto.
Sei que vou chegar ao meu lugar.
Pena que não seja hoje.
Não é hoje.
É certo.
Sei que um dia verei alguém através de alguém e..
meus olhos nos olhos de outro,
minha carne no sabor de outra típica boca
meu cheiro nos sentidos de outra pessoa
e meu ser dentre tantos muitos.
Morro e doou tudo o que é meu, só me deixem meus olhos, para que eu veja meu caminho de paz.
Entreguei-me ao tempo como exilada de mim própria.
Fico, irremedialvelmente, em mim.
Na vida que tenho e no que não tenho.
No que faço, no que não faço e no que quero fazer.
Por vezes escondo-me... porque é mais fácil.
Fico na vida. Por opção? Ou porque é mesmo assim?
Sei que vou chegar ao meu lugar, um dia.
Mas a alma fraqueja e o corpo fica quieto.
Sei que vou chegar ao meu lugar.
Pena que não seja hoje.
Não é hoje.
É certo.
Sei que um dia verei alguém através de alguém e..
meus olhos nos olhos de outro,
minha carne no sabor de outra típica boca
meu cheiro nos sentidos de outra pessoa
e meu ser dentre tantos muitos.
Morro e doou tudo o que é meu, só me deixem meus olhos, para que eu veja meu caminho de paz.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
A minha ída...
Nós, como um abraço perfeito de quem ama.
Como Xango casado com Oxumaré descobriu
Que os dois não estariam a cá.
Xangô quase no céu, Oxum no rio.
Levo-te por dentro. Ligando o céu ao mar.
A cada arco-iris, eu vou te buscar.
E para que nosso amor não seque o mar.
Em forma de serpente ,vou ficar.
Para que desça até a terra á me buscar
Estou nos teus braços
Não estamos cá
Estamos além do mundo
Estás na minha pele...em forma de chuva com raiva,amar..
Adriene C. Moraes
Como Xango casado com Oxumaré descobriu
Que os dois não estariam a cá.
Xangô quase no céu, Oxum no rio.
Levo-te por dentro. Ligando o céu ao mar.
A cada arco-iris, eu vou te buscar.
E para que nosso amor não seque o mar.
Em forma de serpente ,vou ficar.
Para que desça até a terra á me buscar
Estou nos teus braços
Não estamos cá
Estamos além do mundo
Estás na minha pele...em forma de chuva com raiva,amar..
Adriene C. Moraes
Então vamos á ela

Você algum dia se sentiu péssimo por perceber que nunca vai conseguir mudar o mundo?
Perdeu um dia aquela esperança de todo jovem de querer fazer todos ficarem felizes e acabar com a miséria, fome, etc?
Sentiu que pessoas com tanta instrução quanto a sua ou até mais, não usam isso para fazer as pessoas se sentirem bem, apenas para melhorar a sua própria vida?
Eu já... por um instante o mundo perdeu seu encanto.
Quando menos percebi já estava dando risada de novo, como se estivesse tudo bem.
A gente se conforma e isso é uma das piores coisas que se percebe ao longo da vida.
Isso acontece com muitas pessoas, infelizmente precisamos disfarçar esta tristeza para não perdermos a vontade de viver.
Mas o que realmente podemos fazer para ajudarmos pessoas ao nosso redor?
Quanto ajudar? Quanto tempo, dinheiro, humor da sua vida gastar para ajudar os outros?
Qual seria a porcentagem da sua vida gasta para ajudar alguém sem necessariamente obter um retorno por isso?
Várias são as perguntas. Problemas sempre surgirão.
Outro ponto seria o quão efetiva esta ajuda seria. Será que a ajuda dada resolve de maneira esperada o problema a ser resolvido? Ou será que o dinheiro enviado para ajudar alguém a comer está sendo gasto para encher o copo de vodca de outra pessoa?
Podemos ajudar inúmeras pessoas. Mas será que estas pessoas que foram ajudadas serão instruídas suficientemente para ajudar outras pessoas? Talvez essas pessoas ajudadas façam tão mal quanto outras pessoas e ainda estarão sendo financiadas por você.
Personalidades não são tão fáceis de serem moldadas, especialmente com tanta informação inválida jogada por qualquer canto que se queira olhar.
Eu vivo por ai.......

Segundo Freud, o próximo requisito cultural que se torna necesário é a justiça, ou seja, encontrar meios para garantir que a ordem jurídica estabelecida não seja quebrada para favorecer a um indivíduo ou grupo. E nesse momento não posso deixar de mencionar, em vista da situação política de nosso país, como tais meios para estabelecer a justiça estão corrompidos.
Enfim, o resultado de tal processo seriam as renúncias que os homens devem fazer, sacrificando suas satisfações pulsionais para alcançar certa regulação nos vínculos entre os homens. Em compensação, ninguém seria vítima de qualquer tipo de violência, ou de dominação.
Tendo em vista tais argumentos, vemos que o desenvolvimento cultural impôs aos homens certa limitação de sua liberdade. "A liberdade individual não é um patrimônio da cultura" - conclui Freud.
Uma das bases sobre a qual se edifica a cultura é a repressão da sexualidade. Assim, diz Freud, a cultura se comporta em relação á sexualidade como um povo que submete outro para explorá-lo. A sociedade então impõe exigências na vida sexual, tratando uniformemente os indivíduos, sem levar em conta as desigualdades na constituição sexual inata aos seres humanos.
E não apenas a sexualidade: estamos perdendo as rédeas do que ainda se chama cultura.
Cultura não é ganância....não é mídia!!!!
Cultura popular significa do povo.
Eu amo o Espaço Cultural Coisas de Negro e gostaria que meus filhos aprendessem lá o que é cultura, mas antes peço á Deus que a mídia e a ganância não ceguem quem grita....quem ouve e quem ama este espaço.
A evolução se faz necessária, mas a essência deve permanecer....
Viva ao espaço que era, que é.......vamos rezar e pedir que ele se mantenha :
....com cultura
....com saber
....com essência
....com energia
Que seus donos sejam o povo
Que a ganância não atraia e nem afujente as pessoas envolvidas nas culturais que rolam por lá.
Viva ao nosso espaço!!!!!!!!!
Valorizem o nosso!!!!!!!!
O MAIS SIMPLES
Tirar um objeto e compará-lo com coisas que aconteceu em sua vida. Um copo sujo. UM CD. Começar a lembrar das coisas boas, lembre-se das coisas ruins demais. Tente olhar a vida como um objeto simples. Você vai descobrir que as coisas simples trazem mais felicidade para você do que outras coisas. O que pode ser mais bonito do que um sorriso de uma criança? Ou um cão executando após uma bola? Você já viu isso? O que pode ser mais simples e enquanto isso tão intrigante? Desculpe, eu estou indo terminar este texto mais tarde... Tenho de tomar meu filho e meu cachorro para ver o pôr do sol perto das colinas à beira do Lago.
SAUDADE DO CÉU

No corpo de uma simples e rastejante lagarta, a Natureza exemplificou um poder que a ciência se recusa a aceitar; um fenômeno de explicação impossível para o homem comum: o poder do renascimento, ou, mais concretamente, a metamorfose de uma humilde lagarta em borboleta colorida e alada.
As ações e reações de uma lagarta não são muito diferentes das dos homens comuns: ela nasce, vive em seu pequeno mundo, sente medo, fome, frio e calor, e procura alimento, sol e segurança, como a maioria de nós.
Se disséssemos à lagarta que num dia próximo ela criaria asas e voaria num grande mundo colorido, cheio de luz e de flores, um paraíso que jamais poderia imaginar, liberta do chão raso para esvoaçar feliz em outros horizontes, a lagarta não poderia acreditar e, simplesmente, diria que estávamos loucos. Não é assim que seria? Esta seria também a observação que a maioria das pessoas comuns faria, somente preocupadas com sua sobrevivência física, com seu pequeno mundo, e alheias completamente à imortalidade do espírito, à continuidade da vida em outros planos de consciência, ao mistério da reencarnação e à evolução espiritual constante do homem em vidas sucessivas.
Ocorre que existe uma grande quantidade de pessoas que não podem ser classificadas de comuns. Num mundo povoado somente por lagartas, essas pessoas também nascem lagartas, mas têm, em diversos graus, a consciência de que são borboletas, falam sobre a vida das borboletas, têm saudade do céu das borboletas, preparam-se para suas futuras vidas de borboletas e sentem, borboletas entre lagartas, uma espécie de solidão cósmica indefinida.
Esta saudade do céu manifesta-se como uma espécie de angústia, como uma sensação de que algo está faltando, como uma misteriosa ansiedade, como uma insatisfação interior que, apesar de todas as possíveis conquistas materiais realizadas, nunca é aplacada, nunca tem solução, pelo menos enquanto estivermos lagartas. Esta saudade do céu conduz as pessoas à busca espiritual.
No mapa astrológico natal, a saudade do céu é facilmente identificável, pois algumas pessoas já nascem assim. Planetas colocados na casa 12 , aspectos entre Sol e Netuno e entre Júpiter e Netuno, o signo de Peixes enfatizado, o elemento água fortemente carregado ou a ausência do elemento terra, são alguns dos indícios de que a pessoa tem certo grau desta saudade do céu. A qualidade dos aspectos e a análise do restante do mapa permitirão sabermos se a pessoa conviverá com esse sentimento de uma forma saudável ou de uma forma distorcida.
Os que convivem com esse sentimento de uma forma distorcida tenderão a se tornar crédulos demais, a acreditar em todas as "verdades" que seus sacerdotes eleitos ou gurus de plantão lhes disserem, a se tornarem fanáticos religiosos ou a utilizar vias de escape menos saudáveis como o alcoolismo e as drogas pesadas, entre tantas possibilidades mais ou menos contundentes, como forma de suportar essa sensação esquisita.
Os que convivem com a saudade do céu de uma forma positiva, farão da busca espiritual a parte mais importante das suas vidas. Com o tempo, eles entenderão que a busca espiritual é uma jornada rumo à tomada de consciência do Ser, onde cada projeto, cada processo, cada esforço é um passo na direção do interior, na direção da metamorfose em borboleta. Entenderão que esta jornada não tem fim, que esta jornada é um modo de vida, que esta jornada é um processo de tornar-se.
Embora respeitando as virtudes, os credos e os dogmas de suas possíveis religiões, eles estarão pairando acima destas, entendendo claramente que elas são apenas caminhos e, não, pontos de chegada. E saberão que a espiritualidade depende, acima de tudo, daquilo que se faz, da maneira como se vive, de como se utilizam as virtudes, os credos e os dogmas das religiões ou das diversas filosofias de vida.
Os que já perceberam interiormente essa sensação difusa, que resolvi batizar de saudade do céu, entenderão perfeitamente a que sentimento estou me referindo e já estarão na jornada rumo ao céu das borboletas.
Loucos para alçar vôo.
terça-feira, 22 de junho de 2010

EXISTE MIM UM LUGAR SECRETO DE INFINDAS BUSCAS...ENIGMAS, LABIRINTOS DE ENCANTO OU HESITAÇÃO, ESPAÇO INCORPÓREO DE SENTIMENTOS E SENTIDOS, VAGOS OU PRECIOSOS, ELE EXISTE...ELE É O SUSTENTO DA MINHA ESSÊNCIA.
OS TRILHOS SÃO MULTIPLOS, DÚBIOS...NÃO TÊM PORTAS, NEM JANELAS, TÊM SOMENTE LUZES QUE NOS GUIaM OS PASSOS. LIBERDADE DO SER EM PLENITUDE. MAS AS NUVENS DE INTERROGAÇÕES EMBACIAM A CLARIDADE DO CORAÇÃO E ENREDAM- NOS O PENSAMENTO EM TURBILHÕES DE AMARGURA. TALVEZ NÃO DEVÊSSEMOS PENSAR....TALVEZ É MELHOR DEIXAR QUE O SILÊNCIO NOS LEVE POR ENTRE AS SENDAS ENFEITIÇADAS DO DEVIR...POR ENTRE OS MISTÉRIOS ABENÇOADOS DO DESTINO.
LUGAR SECRETO...TEMPLO SAGRADO...SÓ MEU...REFÚGIO DOS CRISTAIS TRANSLÚCIDOS DE INOCÊNCIA E INTIMOS ( UNI) VERSOS. CAMINHO SEM PENSAR, OS MEUS PASSOS SÃO DE VOO E CANDURA, ASAS DIÁFANAS ONDULANTES DE BRISA E QUIETUDE. O MEU SER CINTILA ENTRE AROMAS DE AÇUCENAS BRANAS, VAGUEIA POR ALAMEDAS EXTASIADAS DE SONHO.
LUGAR SECRETO ...ÓASIS DE TERNURA...REENCONTRANDO EM FORMA DE CANÇÃO QUE ME IMPELE NUMA DANÇA ETÉREA DE SENTIDOS. APELO SILENTE DOS CREPÚSCULOS INVENTADOS QUE ALBERGAM POEMAS DE SOL, MAGIA CÓSMICA RESPLANDECENTE DE VIDA....TRANSPARÊNCIA DO ETERNO QUE ME AFAGA E SEMEIA SORRISOS CRISTALIZADOS NO CORAÇÃO DAS ESTRELAS...........
EU TÔ FELIZ!!!!!!!!! VOU PRA LONGE, CURTIR A SOLIDÃO DE PERTO...FUGIR DESTA SOLIDÃO QUE SINTO, MESMO ESTANDO PERTO DE PESSOAS QUE AMO, MAS QUE NÃO ME SENTEM.
FAMÍLIA LABIRINTO, ENCONTREI MEU CAMINHO.
AMOR MAL AMADO, ME AMEI. TE AMAREI!!!!!!!
PAIXÃO RECOLHIDA, AMIZADE ETERNA.
AMIGOS QUERIDOS, SAUDADES !!!!!
MEUS AMORES ANIMAIS, AMO PARA SEMPRE!!!!!!!
HELMUTH....AMEI ,FUI AMADA E HOJE NÃO SOMOS MAIS QSE NDA...E O QUE RESTOU....NOS FAZ BONS AMIGOS......DE QUALQUER FORMA ...ISSO TB É AMOR.
MEU CURSO DE RADIOLOGIA....ERA UMA OPÇÃO
MEU CURSO DE FÍSICA...MINHA PAIXÃO!!!!
UFPA ...MINHA KSA.
Gartotas de microondas

A pressa é inimiga da perfeição e dos homens.
Aliás, o ditado que originou esta frase é como lei. È simples entender porque, pois o melhor tempero para um romance de estirpe é cozinhar sem fogo brando o sentimento para que ele seja consumido " al dente ", no ponto.
Nem cru possa sugerir um envolvimento passageiro, nem torrado, que o trasnforme em uma boa amizade e nada mais.
Me baseio num romance de um amigo meu romântico....falando metaforicamente, deixar o envolvimento a dois ao lume, cozido á vapor, faz parte de um ritual que exige temperos, especiarias, belas panelas e mesa posta, com direito a guardanapo de linho e talheres para serem usados de fora para dentro. O sabor de um romance deve ser degustado com prazer em cada momento, mastigando 33 vezes cada garfada, cada gesto, cada sensação. Parafraseando um outro ditado, aquel " quem tempressa come cru",os homens estão acostumados a se relacionar com o que chamo de GAROTA DE MICROONDAS. Já vem pré-cozida e basta 1 minuto para aquecer. Em tempo, meu amigo comeu " cru" mesmo, sem os requintes planejados.
domingo, 30 de maio de 2010
Depois de 6 anos.........



Fazia 6 anos que eu não chorava assim... eu queria morrer nesse exato momento pra dor sumir, queria que qualquer coisa me ajuda-se, mas a unica coisa que pensava era em você entrando pela porta daquela casa me abraçando...
Isso nunca vai acontecer, pelo jeito não sou ninguem merecedora disso... acho que sou alguem merecedora de dor, por amar... por fazer o que faço, queria apenas fazer a diferença, mas não dessa forma...
Lagrimas sentada no chão do box do chuveiro, olho embasado sem conseguir enxergar nada... corpo fervendo em uma vontade que quase chega a explodir, eu definitivamente cheguei ao meu limite... o limite que eu faria de tudo pra uma pessoa... e isso não é bom, pois estou ficando louca.. ultimamente meu mundo está girando ao seu redor... e mesmo tentando não consigo parar... mesmo assim, não posso desistir... mas hoje... eu não posso fazer mais nada, todas minhas energias se esgotaram... virei poeira e vento, não sei mais o que estou pensando... entrei no modo "itachi", preciso de um descanso... se eu não fizesse isso... com toda certeza, estaria chorando ate agora... e meu lado emocional só faz mal para as pessoas...
Eu não posso acabar com todos os seus problemas, dúvidas, medos ou sofrimentos, mαs eu posso ouvir você e juntos podemos encontrar soluções pra tudo isso. eu não posso αpαgαr αs mágoas e αs dores do seu passado e nem posso decidir qual serά o seu futuro, mas no presente eu posso estar com você sempre que precisar de mim. Eu não posso impedir que você leve tombos, mas posso oferecer minha mão para você segurar e levantar-se. Suas αlegriαs, triunfos e sucessos não me pertencem, mas seus risos e sorrisos fazem parte dos meus maiores bens. não é dα minha vontade tomar decisões por você, nem posso julgar suas decisões, mas posso apoiar, encorajar e ajudar se você me pedir. eu não posso salvar o seu corαção de ser partido pela dor, pela mάgoa, perda ou tristeza, mas posso chorar com você e te ajudar a encontrar um caminho seguro. eu não posso dizer quem você é ou como deveria ser, mas eu posso amar você para sempre.
Talvez isso mostre o tanto que sou insignificante... hoje eu preciso de um abraço, mas a unica coisa que fiz foi abraçar o vento e desmoronar no chão da minha sala...
Hoje eu me vejo apenas como uma pessoa que desaponta pessoas....que queria dormir abraçado ao som da chuva caindo, mas a única pessoa que pensa nisso sou eu. Talvez a única que sinta alguma coisa nesta história toda.
Já me senti assim uma vez, isso se chama impotência ...e nem a vontade dela, como dizia Nietzsche ...eu não tenho mais.
E é verdade que eu imagine que teu coração esteja tão longe que eu não possa alcançar e que já não sinta, pela distância o amor que vem do meu.
Estou sufocada e nem deixar você me ouvir chorar´, posso mais; porque simplesmente você vai reclamar, vai julgar, sem ao menos tentar entender a razão desta dor.
Calamidade, eu realmente precisava escrever para assim, deitar ao teu lado e fingir que você não está lá, simplesmente para meu carinho não te incomodar.
A vontade de te abraçar não fazer você perder o conforto de seu sono.
Mas amanhã, você acorda, se arruma, nem me beija, nem me abraça, dirá adeus simplesmente sem medo ou dó daquilo que me faz falta.
E assim começa meu novo dia, minha nova semana cheia de decisões, preocupações, ocupações, e mais uma vez recomeço com a esperança de um dia você perceber que eu existia ao seu lado esse tempo todo e você simplesmente vai deixar pra mais tarde desejar ter alguém como eu aqui...onde exatamente eu estou.
31/05/2010
03:25 hs
Adriene
segunda-feira, 17 de maio de 2010
andança

em meio ao mar: ser mais febril e meio. no meio, amar: almar-me além do meio. no estalo da carne sem esteio. no estorvo da dor - eu me contraio. meus comigos de para-raio. tendões à flor da pele em cheio. chuva no céu que caio. eu me dissipo. eu, meu discípulo. e me nego três vezes antes do galo cantar. meio mar me dano, me aceno, me enveneno. queimo, aciono, enceno. faço aziar um copo de água e Eno. engulo as chaves da prisão... me condeno. culpado por sentir. por chorar. meio mar a melar. marmelo de sal. os dentes rangem a sós. no céu da boca, desfeitura de nós. voz da garganta. grita que corre. voa que canta. abismada voz. a mão na queimadura do verso. no abscesso da alma. calma, meu filho ... calma. o rio há de chegar pra molhar. e secar esse trauma.calma alma minha que minha calma abafa essa andança e para teu pé cansado sempre há de ter um conforto jogado entre as esquinas.
Boneca de pano

É a vida passa
Nas voltas dos ponteiros
Vão os dias
Sem despedir
A noite fica fria
E os sonhos sem luz
O futuro amedronta
A garota que cresceu
Sem estar pronta
Garota da boneca de pano
Mulher de muitos planos
Planos que não passam de planos.
Sonhos que não saem do travesseiro.
Boneca de pano no abandono.
Menina de rua, quase nua.
Coração solitário! Alma sem dono.
Ela tem como teto o sol e a lua.
Ironia do destino! Ela não tem ninguém.
Boneca e bonecas! Solidão tão crua.
Solidão a caminho! Lágrimas e espinhos.
Ela e a lua! Ela e o sol nas ruas.
Ela não tem ninguém, podia ser sua.
Boneca de pano, largada no canto.
Solitária, crua.
Com uma pedra no peito, com o olhar nas ruas.
Com o coração nos planos e alma tão sua.
Adri.
O blog estava dormindo! ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
Evaporei sem deixar rastros ou sinais de fumaça, admito, mas uns meses depois explico o por que: descobri empiricamente o quanto o tempo pode ser algo raro e precioso.
A faculdade tem me sugado mais do que estou disposta a oferecer, mesmo assim não tem sido o bastante e como ainda tenho que trabalhar (toda a minha esperança depositada em sorteios da mega-sena foi frustrada), os cortes no relógio sobraram para a minha vida social e ponto.com. Sei que sacrifícios em alguns momentos são necessários, entretanto eles não me agradam nem um pouco.
Mas vivo ainda estou e com saudades. De amigos que tenho por aqui e dessa sensação libertadora que é poder blogar, escrever é terapêutico, digo e repito, e foi algo que me fez muita falta durante o ano de 2009. Por que uma vez blogueira, bloga-se para sempre, li algo parecido em um dos blogs da Iza e agora sei o quanto é verdadeiro.
Psiu! Silencio!
…
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Meu amigo que se foi........

Sinto tua falta como se fosse parte minha, como um irmão, um filho, um primo ou um amigo que me queria e eu queria bem tb.
Ouvistes meus dramas, minhas confissões e até os meus melhores segredos. Sabias quando eu estava triste, de tpm, feliz, bêbada e até quando descontrolada não deixava sua alimentação faltar ou água....ou até mesmo meu filho....seus banhos de sábado e as brincadeiras com a tolaha em que sempre queria tomar de mim..minha diversão, meu amor, minha paixão, fostes como um filho, uma parte de mim, algo que hoje permanece vazio.......
meu coração eternamente terá suas lembranças e sentirá saudades.......
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
È só isso

Agora eu entendo a importância de o carro ter um rádio que funcione.
Agora eu entendo como é caro ter carro.
E como é bom ir trabalhar de carro.
E voltar pra casa ouvindo música. No som do carro.
Agora eu entendo como faz falta homem e vinho num sábado à noite.
Agora eu entendo a falta que faz aquele homem na minha cama.
E na minha vida. No momento em que eu esquento a água para o chimarrão.
No domingo de manhã, quando é hora de comprar o jornal. E de ler o jornal.
Porque ler o jornal junto no domingo de manhã é uma das coisas mais preciosas da vida.
Agora eu entendo quem gosta de Fórmula 1.
Agora eu entendo quem não gosta de ler. Mas ainda não consigo perdoar.
Agora eu entendo um pouco de economia. Mas ainda acho tudo muito chato.
Agora eu entendo quem não cozinha.
Agora eu penso em comprar um apartamento.
Em não jogar uma montanha de dinheiro no lixo pagando aluguel.
Agora eu penso em como estará a minha vida daqui a cinco anos.
Tento planejar. Tento executar.
Não há mais quem resolva os problemas por mim.
Agora é comigo.
Agora eu penso que bom mesmo teria sido nascer sabendo.
Porque entender demora. E aprender com os erros é uma chatice.
Perde-se tempo, afeto, dinheiro.
Perde-se oportunidades. Horas de sonos. Perde-se a paz.
Talvez em cinco anos eu entenda quem decide ter filhos.
Quem larga tudo em nome do amor.
Quem passa uma vida acreditando que o ser humano muda para melhor.
Talvez eu saia por aí dizendo: agora é diferente.
Com propriedade. Com verdade. Com convicção.
Sem a impressão de ter decidido colar-me ao molde, vestir o uniforme, dançar no compasso.
Porque agora sou eu que determino o compasso.
Demorou. Aprendi. E agora é comigo.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Uma carta
Para um amigo, um tio, um desconhecido.
De coração grandioso, tamanho mediano, moreno, cabelo cortado rente a testa, movimentos livres, de grande gesticulação que expressa a exata emoção do momento. Alguém que não teme sua reação, que chora, sorri, magoa e perdoa com a sinceridade que nele é fundamental e prioritária. Com uma inteligência rápida, corajosa, às vezes súbita demais, escapulida. Me Eis aqui, um NOME, pelo menos um deles.
No fundo eu sou simples, mas todos me esculpem aos seus olhos dominadores, como uma coisa difícil de ser tratada, um peixe escamento, que por não expor-se da forma fútil deles, merece as facadas mais violentas, com lâminas frias e puras de sentimentos bons.
Eu não sou fácil também, pelo menos um de mim, não o é. Às vezes acordo alegre, feliz, educada, gentil... Mas essa não sou eu completamente. A verdade é que eu sou um nada, que desperta um nada, e vai se construindo ao longo do dia, um nada que só ao anoitecer, contempla quem realmente é. Um nada que se entrega ao dia por inteiro, à emoção do instante da briga, ao pequeno delírio dos segundos que procedem ao beijo, eu sou aquilo, naquele momento, só quem sabe disso, consegue me desmontar.
Por outro lado, eu sou muito a outra. A outra que me olha enviesado, de lado... A outra que me permite chorar, rir, brigar. A outra não sabe disso também. Mas eu sou ele num corpo médio, moreno, cabelos rudes e pensamentos sinceros.
Hoje mesmo eu acordei com vontade que a outra fosse eu, que escrevesse por si o que achava que era. Queria que a outra, sabido que era o reflexo, escrevesse uma crônica de mim, aliás, de o “mim” de agora.
Em nome desse outro, já reprimi muita de minhas atitudes, já fiquei onde não queria estar para que, sendo agradável, eu fosse reconhecido. Meu temperamento é forte. Eu não ouço ninguém. Eu ouço todo mundo. Eu me desfaço do orgulho, mesmo sendo compulsivamente orgulhoso. De fato, sou inquieta. Muito de mim pode ou não querer aquele abraço que nasce no outro na hora errada. Aquele abraço que mente por não apertar forte; aquelas palavras que não quiseram ir contra as minhas. Eu gosto do desafio, da busca incansável, do difícil de entender, do difícil de explicar, do simples eu te amo, do simples eu te odeio, sobretudo da sinceridade que planta, cultiva e brota.
As pessoas não conseguem, por muito tempo, me entender ou me aceitar. Aceitam o agradável, o que pisca no final da exposição, o que rir oco às idiotices ditas. Eles não sabem amar o simples, fazem sacrifícios para conseguirem ser verdadeiros, fazem um jejum de emoções.
Eu desejo ser entendida... Ser escutadao... Como qualquer pessoa. Eu desejo ver o meu nome na tela piscando, não por merecer, mas pra ver que o trabalho suado e esforçoso valeu a pena. Todo mundo deseja isso. Temem falar, porém sonham, secretamente, em terem êxito e a recompensa dos aplausos.
(...)
Minha vida religiosa não é aquela que o púbito denuncia, ali eu grito... Mas secretamente eu preciso apenas sussurrar. Meu intimo com Ele que importa. A todo momento Ele, comigo, me adverte, me sinaliza o melhor caminho, e suporta comigo todo o fardo que na vida há. Ele é o melhor pra mim. E só com ele o meu nada que acorda diferente todo dia, é tudo.
De coração grandioso, tamanho mediano, moreno, cabelo cortado rente a testa, movimentos livres, de grande gesticulação que expressa a exata emoção do momento. Alguém que não teme sua reação, que chora, sorri, magoa e perdoa com a sinceridade que nele é fundamental e prioritária. Com uma inteligência rápida, corajosa, às vezes súbita demais, escapulida. Me Eis aqui, um NOME, pelo menos um deles.
No fundo eu sou simples, mas todos me esculpem aos seus olhos dominadores, como uma coisa difícil de ser tratada, um peixe escamento, que por não expor-se da forma fútil deles, merece as facadas mais violentas, com lâminas frias e puras de sentimentos bons.
Eu não sou fácil também, pelo menos um de mim, não o é. Às vezes acordo alegre, feliz, educada, gentil... Mas essa não sou eu completamente. A verdade é que eu sou um nada, que desperta um nada, e vai se construindo ao longo do dia, um nada que só ao anoitecer, contempla quem realmente é. Um nada que se entrega ao dia por inteiro, à emoção do instante da briga, ao pequeno delírio dos segundos que procedem ao beijo, eu sou aquilo, naquele momento, só quem sabe disso, consegue me desmontar.
Por outro lado, eu sou muito a outra. A outra que me olha enviesado, de lado... A outra que me permite chorar, rir, brigar. A outra não sabe disso também. Mas eu sou ele num corpo médio, moreno, cabelos rudes e pensamentos sinceros.
Hoje mesmo eu acordei com vontade que a outra fosse eu, que escrevesse por si o que achava que era. Queria que a outra, sabido que era o reflexo, escrevesse uma crônica de mim, aliás, de o “mim” de agora.
Em nome desse outro, já reprimi muita de minhas atitudes, já fiquei onde não queria estar para que, sendo agradável, eu fosse reconhecido. Meu temperamento é forte. Eu não ouço ninguém. Eu ouço todo mundo. Eu me desfaço do orgulho, mesmo sendo compulsivamente orgulhoso. De fato, sou inquieta. Muito de mim pode ou não querer aquele abraço que nasce no outro na hora errada. Aquele abraço que mente por não apertar forte; aquelas palavras que não quiseram ir contra as minhas. Eu gosto do desafio, da busca incansável, do difícil de entender, do difícil de explicar, do simples eu te amo, do simples eu te odeio, sobretudo da sinceridade que planta, cultiva e brota.
As pessoas não conseguem, por muito tempo, me entender ou me aceitar. Aceitam o agradável, o que pisca no final da exposição, o que rir oco às idiotices ditas. Eles não sabem amar o simples, fazem sacrifícios para conseguirem ser verdadeiros, fazem um jejum de emoções.
Eu desejo ser entendida... Ser escutadao... Como qualquer pessoa. Eu desejo ver o meu nome na tela piscando, não por merecer, mas pra ver que o trabalho suado e esforçoso valeu a pena. Todo mundo deseja isso. Temem falar, porém sonham, secretamente, em terem êxito e a recompensa dos aplausos.
(...)
Minha vida religiosa não é aquela que o púbito denuncia, ali eu grito... Mas secretamente eu preciso apenas sussurrar. Meu intimo com Ele que importa. A todo momento Ele, comigo, me adverte, me sinaliza o melhor caminho, e suporta comigo todo o fardo que na vida há. Ele é o melhor pra mim. E só com ele o meu nada que acorda diferente todo dia, é tudo.
Aperte o off
E quando todos desligam as luzes. E as portas se trancam. Eu fico aqui sozinho, conversando com o chiado da TV dessas madrugadas de chuvas fininhas. Nada quer ser real, a felicidade se fantasia de livros, de programas bobos de humor, de céus abrilhantados, que espiados por mim, cutucam e despertam uma vontade desesperada de ser feliz. Não há ilusão. Não há sede de que o telefone toque e a mão trêmula atenda. Não há dedos que desejem discar o seu número. Não há número. Está tudo apagado. Como as casas dos estranhos. Como os letreiros do centro. Como as velas do funeral. Já parti. Já doeu demais. Já faz horas que eu não conto mais os minutos. Não há mais minutos que caibam os nossos sentimentos. Acabou. Adoeceu em overdose. Morreu entre remédios. Nem houve desejo seu. Nem houve orgulho meu. Não houve se quer a sinceridade aliada de sempre. Não houve nada. Você não quis ser infeliz comigo. Agora seja infeliz sozinho. Somos agora uma página limpa do Word que se mancha de uma tinta que nem mesmo existe. Porque sempre foi assim, sempre foram palavras digitadas, equivocadamente, enviadas. Não haverá mais lamento. Não haverá mais tormento. Porque agora não passamos de ‘um programa de televisão que saiu do ar, e como ninguém desliga o aparelho de TV, fica aquele chiado incomodando no escuro’
Dando noticias
Eu não sei conviver com indecisões. Sinto que está na hora de engavetar certezas mais uma vez. Eu preciso entender como funciona o meu pensamento. Como posso saturá-lo, negá-lo. Como posso exaltá-lo e revigorá-lo. Vivo dentro de uma bolha levemente molhada, que não se sente fria ou quente, que não se percebe grande ou pequena, que não se acha forte ou frágil. É talvez a hora de estourá-la. É talvez a hora de levar a sério todas as convicções que sufocam as alternativas. As opções falharam demais. Escolher é desagradável. Prefiro o conforto de uma liberdade mais regulada. Às vezes nem acredito nas linhas anteriores, nos parágrafos convulsos. Às vezes dispenso revisões em frases escritas. Eu alterno entre enterrar os mortos e revivê-los. Mas agora estou decidido: quando for necessário enterrar – me apegarei à intolerância que me invade de tempos em tempos – e vou sepultá-lo sem retorcer-me. Não quero mais hesitar, as dúvidas são boas, são saudáveis e eu gosto delas. Mas ardem o pensar. Atrofia os personagens, que desconcertados perdem seus roteiros. Há regulamentos. Há regras. Há padrões. Falta-me agora engulí-los com pouco d’água. Porque nem sempre a dúvida pode ser um elo tão forte e duradouro (entre as pessoas) quanto a certeza.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Coisas da vida

Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto… plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"
Solidão
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo…
isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar…
isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para realinhar os pensamentos…
isto é equilíbrio.
Tampouco é a pausa involuntária que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida…
isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado…
isto é circunstância.
Solidão é muito mais que isto…
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela nossa Alma!
Chico Buarque.
(Página 79 do Livro Palavras Para Entorpecer o Coração)
Receita eficaz para eliminar manchinhas da alma.

Ingredientes:
1 litro de ternura;
1 litro de óleo concentrado de paciência;
1 quilo de perdão em pó;
1 litro de essência de amizade;
1 litro de temperança;
2 litros de bom-humor;
3 litros de extrato de solidariedade humana;
1 litro de esperança;
2 litros de tolerância;
10 pitadas de sorrisos espontâneos;
2 litros de essência de Amor Universal;
1 folha de papel de carinho, do seu tamanho.
Modo de Fazer
:
Misture o amor, o perdão e os sorrisos espontâneos, no caldeirão que se encontra no fundinho do seu coração.
Passe os outros ingredientes por uma peneira bem grossa e adicione-os aos do caldeirão.
Leve o caldeirão ao fogo alto da sua bondade, mexendo sempre, até alcançar o ponto de pasta cremosa.
Deixe a pasta esfriar, até ficar morninha.
Abra a folha de papel de carinho e besunte-a com a pasta
Deite-se sobre a folha de papel de carinho e enrole-se nela.
Suspire bastante, profundamente.
Relaxe.
Pense em momentos alegres naqueles que fizeram com que você risse sonoramente.
Pense naqueles outros que fizeram com que você se derretesse de ternura.
Sinta o gosto de mel de abelhas simpáticas.
Sinta o perfume das flores que você acha bem bonitas.
Sinta a temperatura de uma noite de verão estrelada.
Ouça a música alegre do rouxinol encantado.
Mantenha o seu coração pleno de emoções boas.
Aguarde mais ou menos meia-hora, até que a pasta cremosa e a folha de papel de carinho tenham sido completamente absorvidas.
Resultado:
Depois de mais ou menos meia hora você perceberá que todas aquelas manchinhas que o(a) aborreciam em relação ao próximo, ao bem-conviver no Planeta terão desaparecido.
Caso uma ou outra persista, repita a receita e elas cederão, desaparecendo por completo.
Mudança...vida nova
Você quer mudanças. Você pede prosperidade. Mas acorda, vai ao espelho e não vê novidades. A vida transcorre igual pálida, sem a energia que você gostaria. Sua voz interior sopra " Vida Nova ", mas tudo parece distante e difícil. A culpa fica por conta do patrão, da sogra, do governo, da falta de sorte, Aí você resolve mudar! Bem… " mas só segunda-feira" , " dia 1º " , " depois das férias " … Não raro, prevalecem outros fatores condicionais: " Se eu tivesse dez anos menos ", " se eu ganhasse na loteria " ou " quando eu me casar " , " quando eu me aposentar " … Desculpas não faltam, não é mesmo? Hoje pode ser um novo dia. Basta você querer. Se fizer as mesmas coisas de ontem, obterá os mesmos resultados de agora. Então, é preciso agir diferente e, claro, com ousadia positiva e forte determinação. Afinal, Deus nunca vai fazer por você aquilo que você mesmo pode fazer… Chega de enrolar a si próprio! É preciso agir! É preciso decretar as mudanças que tanto almeja! " Mudar " significa inovar, alterar costumes, processar com coragem e força de vontade as transformações que se fazem necessárias. Chega de assistir à vida passar do alto da cômoda cadeira dos críticos! Chega de se colocar na condição de vítima! Você pode e sabe que pode melhorar a sua vida. A conquista de uma Vida Nova requer persistência e autoconfiança. Mas exige, sobretudo, que você elimine de vez o vício de tudo adiar, entendendo, definitivamente, que está mais do que na hora de mudar…
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Helmuth
Brigamos e fui sozinha á praia, pensei em nós e voltei para teus braços.... qse 4 anos se passaram...e fim
Quanto amor e parceria existe ainda entre nós?....nda eu acho

Voltemos a ser crianças e brinquemos com nosso destino....

Reviva seus belos anos e reencontre-se pelo caminho...

...ainda estamos caminhando para algum destino
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Um outro lado de minhas companhias
Companhias p/a sempre

O amor é inseparável da morte. Sabes que amas porque te esqueceste de que existes; porque morreste para ti mesma, para viveres naqueles que amas. Se eles estiverem bem, então tu estás bem, ainda que estejas mal.
Amar é dares-te. É não pensares em ti. É não quereres saber dos teus gostos, do teu bem-estar, do teu descanso, dos teus projectos, do teu futuro, por andares muito ocupada em construir aqueles que te rodeiam. É veres nessa morte para ti mesma o sentido e a plenitude da tua existência. Quanto mais deres de ti, quanto mais te doer o teu amor, mais alegria terás. E mais paz. Porque amas mais.
Sucede que o amor do casamento é de tal forma que não admite meias-tintas: se existe é para sempre. Se aquilo que se entrega não é tudo, esse amor não tem a qualidade necessária para se tornar no fundamento de uma família. Não pode ser alicerce nem raiz. Não será fecundo. Dará frutos apodrecidos, como, infelizmente, temos verificado tantas vezes.
O amor não admite o cálculo. Não faz contas. O amor é louco.
Enganar-se a respeito da natureza do amor é a mais espantosa das perdas. É uma perda eterna, para a qual não existe compensação nem no tempo nem na eternidade: a privação mais horrorosa, que não é possível recuperar nem nesta vida... nem na futura! (Soren Kierkegaard)
Ainda não sei o que será de nós, ainda não sei de ti se sabias de todos os conceitos valorosos do amor. Muitas vezes algo nos fez nos perder e em outros momentos nos encontrar. Não conheço todos teus conceitos, teus desejos e teus erros mais ocultos. Sei daqueles que já me fizeram sofrer, ser a terceira esposa ainda me assusta e me assusta teu jeito frio de ser meu primeiro esposo...que eu tanto amei e tenho medo de não amar mais, ou amar de ua maneira que me acustumastes a ver o amor, pois foi apenas aquele que me acustumei a receber.
Você não merece meus erros e nem eu mereci o seus, mas quem não errou e pediu desculpas?
Quem nunca perdoou?
Quem nunca amou?
Sei que seremos eternos um para o outro, mesmo que algum dia nos afastemos.
Tenho um conceito de amar diferente...preciso me amar.
Preciso ser amada.
Ainda que não tenhas mais todos os gostos do seu primeiro casamento, essa mudança de vida e rumo nos fará um ou dois...
è a nossa chance de ser feliz primeiramente e acabar com a obrigação de nos fazermos felizes por obrigação.
Recomeçaremos um para o outro com amor de amigo ou com um novo conceito de amor,
mas desta vez...vamos ser primeiramente realizados conosco para depois pensar no outro.
Nosso destino não sei, mas quero sim me sentir amada, idealizada e única...não sei se serás capaz de me reconquistar...ou de outra pessoa me conquistar....mas certeza única de uma coisa eu tenho....
mesmo alguém que seja meu segundo marido...e se esse alguém não for você....
...quero ser a primeira esposa e viver tudo o que abri mão quando fui viver ao teu lado pelo amor e admiração que tenho á você.
...se for você sim, aceito um pedido de casamento, uma aliança no dedo e um pedido de morar juntos como deveria ser se eu não fosse tão apressada no passado e não deixei que vc fizesse tudo isso....dai sim serei sua terceira esposa e me sentirei a primeira. Desta vez não digo para voltares a tua ex como tantas vezez disse que ela te faria mais feliz que eu...tudo porque achava exatamente o que foi...nunca ser aceita e respeitada...pq sempre tive medo de fazer mal aos outros.
Mas primeiramente meu caro companheiro, dedico á você bons dias de minha vida e muito prendizado com mágoas que me causastes.
Dedico á você a mulher que hoje quero contruir nesta minha fase de doença psicológica, de meus medos, meus anseios e meus erros....
amo-te de uma maneira única, mas preciso me amar primeiramente...
ou me esquecer quando se realizar.
Não sei de nossos destinos, mas sei que conseguiremos se formos primeiramente o que sempre fomos...lutadores e companheiros.
Os conceitos de amor ...os novos conceitos, deixamos que o destino resolva.
Primeiramente seja sempre o que fostes: ame-se primeiramente .
E por favor, me ensine a me amar meu Deus....ainda estou engatinhando...
( Adriene)
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