É possível que alguém não me veja ai dentro.
Ainda ando me escondendo atrás das neblinas,
Elas são geladas e úmidas como meus olhos.
Eu sei o quanto é difícil, eu tento me desvencilhar das coisas dentro de mim,
É perigoso, muito perigoso, pode matar.
Me escute, a vida está novamente me chamando para aquele lugar,
Aonde estamos sempre de mãos atadas e com um coração cheio de remorso.
As nuvens estão cada vez mais baixas, e estou quase ficando muda.
Os seus ouvidos vão tapar quando eu quiser falar, tudo aqui é ao contrário.
Dê a volta, fique ai dentro.
Por mais que você tente não se iludir, algo está tentando te puxar para isso.
Não podemos deixar de nos confrontarmos com este tempo
Ele anda de cavalo e ele carrega nossas asas para onde ela quer.
Este breu todo vem da nossa respiração, inspire e sentirá o cheiro do meu medo.
Pessoas como eu, confundem a insanidade com os passos da perdição.
Não se machuque novamente, o nosso tempo anda tão escasso.
Não deixe de ficar dentro, ai aonde você conhece as paredes verdes,
Aonde os campos não existem, e as árvores são sombrias e emotivas.
Ligue a luz se preferir, você pode sentir que estamos ficando longe daqui?
Volta, não fique ai por muito tempo, seus lábios estão roxos e sua expressão me causa terror.
Pode andar e me dar as costas se preferir, vai cair sempre no mesmo lugar,
Eu já disse, ai o perigo é nosso pior guia, e nós vamos enlouquecer com o brilho do sol.
Eu vou te acolher, pode ficar comigo até que a lua se esconda de nossos olhos.
É confuso e quando mais cavamos, mais estamos expostos a isso tudo com intensidade.
Vou desmontar aquele castelo de areia, você vai ver, lá também existe algo oco.
Lá também você me encontra.
Pessoas como nós, vivem uma leveza estranhamente rompida por um segundo de melancolia.
O tempo está contra tudo, menos contra nossa vontade interior.
Se aqueça, em meus braços você pode ficar sem medo,
Eu vou pressentir quando você puder sair sem receio da loucura,
Ela nos toma, nos governa, mas é como um antigo membro da família, aquele que você tenta esquecer, mas que carrega a sua origem.
Não chora deste jeito, eu não posso suportar o peso das suas lágrimas....você pensa e não diz nada.............não aguenta mais as letras de mim.
O que eu posso fazer é deixar que elas caiam rapidamente de onde vieram.
Veja, as estrelas tem um brilho diferente agora,
Um brilho que um dia apagou da minha mente e preferiu a escuridão.
Isso que te conforta, parece real, mas é um personagem em um baile de máscaras.Algo nascendo.
Levanta, caminha comigo, estamos aonde realmente não queríamos estar.
No meio do tempo perdido, aonde nossas ilusões são premonições,
Aonde tudo existe e desaparece em seguida, onde tudo pode ser guardar dentro de cada um de nós, em singular.
Aonde podemos encher rios de lágrimas sem nos lamentarmos pelo que estamos fazendo...
aonde podemos viver apenas, conhecendo poucos contos de nós dois.
E eu te sinto tão mistério, e o fato de tudo, é que por ser contrário, isso me
contagia.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Efeito da falsa ordem
Mais um dia...
E hoje eu prestei atenção nas coisas que moram dentro de mim.
Eu vi algumas delas fora do lugar e não consegui colocá-las para fora.
Percebi um sombra que me persegue, um rastro , como uma névoa.
Estou queimando meus últimos dias de glória, porque eu sei que,
Se eu sorrir eu vou me tornar um pouco mais cínica e o que eu pressinto é algo menor.
Aonde eu puder colocar meus sentimentos eu vou me alojar de corpo e alma.
Dúvidas e o sol desaparece diante de meus olhos, abortando a minha esperança.
Eu tenho uma nova saída, e esta é daquelas que não se pode voltar quando se quer.
Eu sai de dentro de um estágio pragmático e agora estou tentando treinar minha liberdade.
Sentindo o cheiro da manhã como se fosse o meu último dia de solidão.
Mas alguma coisa não está certa!
As coisas estão fora de mim eu sinto, elas vem se aproximando lentamente.
E não tenho para onde correr, me sinto um verme, encapsulada em um corpo,
Sentindo o aroma do veneno todas as noites.
Eu tenho que afundar, para mais longe aonde as conseqüências me deixem em paz.
As luzes estão se apagando e eu aqui sentada nesta cadeira,
Tentando imortalizar um momento pelo qual não posso deixar de sobreviver reescrevendo meus danos....
E hoje eu prestei atenção nas coisas que moram dentro de mim.
Eu vi algumas delas fora do lugar e não consegui colocá-las para fora.
Percebi um sombra que me persegue, um rastro , como uma névoa.
Estou queimando meus últimos dias de glória, porque eu sei que,
Se eu sorrir eu vou me tornar um pouco mais cínica e o que eu pressinto é algo menor.
Aonde eu puder colocar meus sentimentos eu vou me alojar de corpo e alma.
Dúvidas e o sol desaparece diante de meus olhos, abortando a minha esperança.
Eu tenho uma nova saída, e esta é daquelas que não se pode voltar quando se quer.
Eu sai de dentro de um estágio pragmático e agora estou tentando treinar minha liberdade.
Sentindo o cheiro da manhã como se fosse o meu último dia de solidão.
Mas alguma coisa não está certa!
As coisas estão fora de mim eu sinto, elas vem se aproximando lentamente.
E não tenho para onde correr, me sinto um verme, encapsulada em um corpo,
Sentindo o aroma do veneno todas as noites.
Eu tenho que afundar, para mais longe aonde as conseqüências me deixem em paz.
As luzes estão se apagando e eu aqui sentada nesta cadeira,
Tentando imortalizar um momento pelo qual não posso deixar de sobreviver reescrevendo meus danos....
Linguagem ancestral
Estado de vigília, a transformação do inconsciente.
É a abertura, as exteriorizações se comunicando por vias perigosas.
Respondem sem perguntas, perguntas especificas desconsideram toda minha experiência.
Está em tudo que vejo, a essência do que não percebo, reação humana.
Individualizada na própria carne física abatida pelo sofrimento sensorial.
Vibra o ar, a imaginação ativa, objetos lançados pelas entidades internas.
Movimentos, reflexões sobre o estar em outros lugares.
Meu processo, outros fenômenos, percepção desajustada.
Não existe significado para tudo, é uma névoa, uma lua que se esconde dentro da luminosidade.
Sonho, ensina-me, dê orientação a as estas feridas que não secam.
Feridas que não falam, ensurdecidas pela minha fúria constante.
Esta intuição introvertida me irrita.
Me arranca as solas dos pés e me enrijece.
Eu quero debruçar a beira do abismo e poder contemplar as minhas simbólicas plenitudes.
Não penso porque não me alimento de segurança quanto a minha vida.
A minha vida, é uma roda... Moiras...
É o devir antes do agir, furiosamente desgastada pelo cansaço matinal.
Talvez eu chegue um pouco antes...
Antes de ser eu, de quem fui, de quem virei a –ser .
Antes que a morte rompa os vínculos afetivos ancestrais, estarei longe.
Perto de um infinito, um lugar grande... espírito.
Ninguém tem culpa, esta foi minha última descoberta.
Talvez, tarde demais, eram oito da noite e eu estava desorientada...
É a abertura, as exteriorizações se comunicando por vias perigosas.
Respondem sem perguntas, perguntas especificas desconsideram toda minha experiência.
Está em tudo que vejo, a essência do que não percebo, reação humana.
Individualizada na própria carne física abatida pelo sofrimento sensorial.
Vibra o ar, a imaginação ativa, objetos lançados pelas entidades internas.
Movimentos, reflexões sobre o estar em outros lugares.
Meu processo, outros fenômenos, percepção desajustada.
Não existe significado para tudo, é uma névoa, uma lua que se esconde dentro da luminosidade.
Sonho, ensina-me, dê orientação a as estas feridas que não secam.
Feridas que não falam, ensurdecidas pela minha fúria constante.
Esta intuição introvertida me irrita.
Me arranca as solas dos pés e me enrijece.
Eu quero debruçar a beira do abismo e poder contemplar as minhas simbólicas plenitudes.
Não penso porque não me alimento de segurança quanto a minha vida.
A minha vida, é uma roda... Moiras...
É o devir antes do agir, furiosamente desgastada pelo cansaço matinal.
Talvez eu chegue um pouco antes...
Antes de ser eu, de quem fui, de quem virei a –ser .
Antes que a morte rompa os vínculos afetivos ancestrais, estarei longe.
Perto de um infinito, um lugar grande... espírito.
Ninguém tem culpa, esta foi minha última descoberta.
Talvez, tarde demais, eram oito da noite e eu estava desorientada...
Arvore surda
Era uma voz noturna,
Sussurrando em meus ouvidos uma tempestade de palavras.
Delicadas sementes saiam de meus olhos.
Eu chorava, lançava em meu rosto pétalas negras.
Um sofrimento infeliz, que me deixava perto da felicidade.
Se eu não tive um só momento de solidão neste dia,
Ali eu estava na companhia de uma árvore surda e muda.
Como nunca acredite, aqueles acordes iam se formando,
Conforme o vento assoprava a melodia da melancolia.
Dia que não irradia, noite que me sacia.
Pele macia, assim era a gentil forma da minha outra camada.
A camada externa, sanguinolenta, violada pelos sentidos ocultos do universo.
Pelos cantos, florescem videiras cheias de raiva,
As esperanças de um tecido que se forma através dos passos longos da liberdade.
Era tudo, em nada que eu podia não narrar, mas eu tentava.
Então ensurdeci, enlouqueci com meus próprios gemidos.
Estava eu desejando demais a liberdade?
Não, eu estava apenas em um dia cinza
Sussurrando em meus ouvidos uma tempestade de palavras.
Delicadas sementes saiam de meus olhos.
Eu chorava, lançava em meu rosto pétalas negras.
Um sofrimento infeliz, que me deixava perto da felicidade.
Se eu não tive um só momento de solidão neste dia,
Ali eu estava na companhia de uma árvore surda e muda.
Como nunca acredite, aqueles acordes iam se formando,
Conforme o vento assoprava a melodia da melancolia.
Dia que não irradia, noite que me sacia.
Pele macia, assim era a gentil forma da minha outra camada.
A camada externa, sanguinolenta, violada pelos sentidos ocultos do universo.
Pelos cantos, florescem videiras cheias de raiva,
As esperanças de um tecido que se forma através dos passos longos da liberdade.
Era tudo, em nada que eu podia não narrar, mas eu tentava.
Então ensurdeci, enlouqueci com meus próprios gemidos.
Estava eu desejando demais a liberdade?
Não, eu estava apenas em um dia cinza
Sobre o dia em que te perdi....

Tudo acontece quando você não vem
e num suspiro leva de mim o que há de bonito,
guardando o meu mundo no teu silêncio.
Então te espero pra ver se você volta.
Pra ver os teus passos ao lado dos meus,
pra ver se o coração não suporta
esse tempo de se ver depois.
Numa chance, num olhar, em algum gesto.
Te espero ainda que o caminho não seja cruzado.
Ainda que nada seja tão raro quanto o teu último sorriso,
te espero com a memória - onde vivem os convivios eternos.
Por que qualquer demora no teu abraço vale a pena
mesmo que você não venha numa surpresa,
mesmo que eu te espere numa incerteza
de que a tua alegria ainda sonha com a minha.
O que nos falta é um mar de possibilidade,
mas este dia foi diferente,
eu não me tranquei em torturas,
eu renasci em conversas,
em ternuras,
e tudo o que era frustrado,
aconteceu tão desaguado,
tão brando,
tão silencioso.
E cada dia que teu braco aumenta minha forca,
minha aurea se expande no universo do mar que te guarda.
As distancias são menores, consegui te sentir...
através de frutos que também são teus,
e de almas guardadas que te guardam.
De mansinho me calo, me guardo nos abracos de um anjo,
que me cuida, que me tem, que eu quero,
Ainda que nao seja reciproco,
confio na sutilez do que eu sinto sobre ele.
E tudo abencoado por ti, me da mais certeza
A certeza de meus caminhos, de minhas escolhas,
Hoje por nós,tudo tão diferente.
E assim eu acordo...
Logo eu que nasci pra ser lida,
pra caber numa história possível
já acordo invertida sem mover
os versos dos olhos, sem acordar
as linhas e trocar os pontos.
É que perdi a novidade, a surpresa
das horas e o convite da vida.
Estou sob a calmaria das tentativas
que não desenrolam as dúvidas.
Tão rasa e certa, decifrável e miúda.
Se não pertenço, não aconteço.
Estou palpável e sob medida,
despenteando todas as expectativas.
E no fundo só o que eu sei vibra:
sou só mais uma falta que aprende a esperar...
que o raro encontre o meu rosto,
que o teu calor comova o meu corpo.
Que eu não precise tanto de um novo.
De um começo.
pra caber numa história possível
já acordo invertida sem mover
os versos dos olhos, sem acordar
as linhas e trocar os pontos.
É que perdi a novidade, a surpresa
das horas e o convite da vida.
Estou sob a calmaria das tentativas
que não desenrolam as dúvidas.
Tão rasa e certa, decifrável e miúda.
Se não pertenço, não aconteço.
Estou palpável e sob medida,
despenteando todas as expectativas.
E no fundo só o que eu sei vibra:
sou só mais uma falta que aprende a esperar...
que o raro encontre o meu rosto,
que o teu calor comova o meu corpo.
Que eu não precise tanto de um novo.
De um começo.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Fonix
Hoje é um daqueles dias que se cair o piano em cima ninguém vai dar por nada
Estou irritada, saturada, desanimada e mais qualquer coisa terminado em -ada
Porque tudo sabe a nada,
É mesmo isso,
Sinto-me à margem,
Com uma vontade enorme de desaparecer,
Mandar tudo e todos à fava.
Sinto uma furia e frustação enorme
Que me atormenta
Que me desalenta.
Mas porquê?
Por quanto tempo mais?
Estou irritada, saturada, desanimada e mais qualquer coisa terminado em -ada
Porque tudo sabe a nada,
É mesmo isso,
Sinto-me à margem,
Com uma vontade enorme de desaparecer,
Mandar tudo e todos à fava.
Sinto uma furia e frustação enorme
Que me atormenta
Que me desalenta.
Mas porquê?
Por quanto tempo mais?
17-01
Meu coracao queimado de emocao tenta dormir em mais um ano que se passa da tua ausencia. Apesar de tao perto,sinto ao acordar que nao posso mais te sentir. Sonhei que voce esteve ao meu lado e que da mesma
maneira doce e branda me chamava para ver mais uma novidade do teu lugar amado.Beijava-me o rosto e despertava meu anjo e falava da tal particularidade do momento, senti tao forte teu amor,com bastante ansiedade despertei a tua procura e ainda que hoje nao me sinta mais tao vazia, derramei as velhas lagrimas pela tua falta.Arrependi de ter acordado, pela ausencia daquele calor que mantinha meu sono.Queria poder nao ter ansia e ter aproveitado mais desta tua energia boa que senti, gostaria de superar tudo o que nos distancia ...Por enquanto meu grande pai, olho sozinha pea janela teus amores indo e vindo e percebo o quanto amastes nos suas filhas, para viver na insuportavel solidao de viver no mar, no rio, ao invez de estar ao nosso lado, mas como eu poderia ser tao egoista em querer-te so pra mim, o teu amor tambem era tua forma de nos educar, e hoje e nele que te encontro.
A calmaria deste rio me trouxe tua presenca novamente, e tentei dormir, sabendo que tudo aquilo que tu ainda amas, veste o teu luto.
Queria eu poder esquecer esse dia e lembrar apenas de outros tao melhores que ja tivemos. Eu te amo meu pai, e sei que estas em algum lugar que corresponde exatamente a um jardim tao bonito quanto o que plantastes em nossas vidas.
Adriene.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Pra vc meu anjo

.........................
.........................
Com simpatia te aproximas
Com simplicidade me conquistas
Com alegria te vejo
Com curiosidade te estudo
Com expectativa contigo falo
Com interesse te ouço
Com sensibilidade te toco (com ou sem palavras)
Com entusiasmo me deixas
Com pensamentos teus sonho
Com gestos teus me hipnotizo
Com vontade de te conhecer melhor fico
Com pena embora te vais
Com tristeza te vejo partir
Com desejo por te ver novamente espero
Com um sorriso nos lábios de ti me lembro
Confusa me deixas...
Com minhas vontades eu fico.
Com tuas icognitas me fecho
Com teus olhares me deito.
Com teu corpo queria o meu poder estar.
Com certeza te deixo ir..ou deixo ficar
Com muito a te dar, me fecho.
Com pouco que te percebo,te sinto.
Com tudo que e meu, recinto
Com teus pensamentos adormeco.
Com tudo o que e teu,te deixo
Com tudo que somos,permaneco...
em algum lugar,
Com algum sentindo, assim,
quase indo,
quase ficando,
te sentindo,
te tendo,
te querendo....
Intensidades ocultas
Quando uma abundância de idéias passam pela cabeça, você só tem de se concentrar e pegar uma caneta.
Faça uma folha de papel e anote tudo que você puder.
Você vai descobrir que há um monte de outras idéias por trás do que você pensava antes.
Por trás do ódio, você vai encontrar o amor.
Por trás da sombra, você encontrará a luz.
Atrás de madrugada, você vai encontrar lugar.
Atrás de doença, poderá encontrar a saúde.
Atrás de tristeza, você vai encontrar a felicidade.
Em vez de tédio, você vai se divertir.
Em inglês, acho que é isso:
When a plenty of ideas cross your mind, you just have to focus and get a pen.
Get a sheet of paper and write down everything you can.
You'll find out that there's a lot of other ideas behind the ones you thought before.
Behind hate, you'll find love.
Behind shadow, you'll find light.
Behind dawn, you'll find rise.
Behind disease, you'll find health.
Behind sadness, you'll find happiness.
Instead of boredom, you'll have fun.
Faça uma folha de papel e anote tudo que você puder.
Você vai descobrir que há um monte de outras idéias por trás do que você pensava antes.
Por trás do ódio, você vai encontrar o amor.
Por trás da sombra, você encontrará a luz.
Atrás de madrugada, você vai encontrar lugar.
Atrás de doença, poderá encontrar a saúde.
Atrás de tristeza, você vai encontrar a felicidade.
Em vez de tédio, você vai se divertir.
Em inglês, acho que é isso:
When a plenty of ideas cross your mind, you just have to focus and get a pen.
Get a sheet of paper and write down everything you can.
You'll find out that there's a lot of other ideas behind the ones you thought before.
Behind hate, you'll find love.
Behind shadow, you'll find light.
Behind dawn, you'll find rise.
Behind disease, you'll find health.
Behind sadness, you'll find happiness.
Instead of boredom, you'll have fun.
Antônimo
Um pássaro preso a uma gaiola em uma fazenda
é como uma sacola plástica em um riacho,
é como utilizar vocabulário culto com um camponês,
é como fumar Marlboro em uma floresta,
é como jogar casca de banana em lixo comum,
é como podar as árvores sob a fiação elétrica,
é como assistir TV em um dia ensolarado,
é como ter infância em 2020,
é como chiclete com sabor de frutas naturais,
é como pesquisar no google o som de uma cachoeira,
é como queimar as folhas secas por sujarem o jardim,
é como a cabeça de um alce enfeitando a sala,
é como falar com quem se ama por telefone,
é como usar protetor solar pra tomar sol,
é como dar uma arma de presente,
é como uma guitarra no lugar de uma viola,
é como ser egoísta sem ser ser humano,
é como roupa de papai Noel no verão,
é como Coca-cola ao invés de água,
é como gostar mais de dinheiro do que da família,
é como sentir solidão com bilhões de pessoas no mundo,
é como ter depressão tendo tudo que sempre quisemos,
é como um pneumologista fumante,
é como o planeta Água se chamar Terra.
é como uma sacola plástica em um riacho,
é como utilizar vocabulário culto com um camponês,
é como fumar Marlboro em uma floresta,
é como jogar casca de banana em lixo comum,
é como podar as árvores sob a fiação elétrica,
é como assistir TV em um dia ensolarado,
é como ter infância em 2020,
é como chiclete com sabor de frutas naturais,
é como pesquisar no google o som de uma cachoeira,
é como queimar as folhas secas por sujarem o jardim,
é como a cabeça de um alce enfeitando a sala,
é como falar com quem se ama por telefone,
é como usar protetor solar pra tomar sol,
é como dar uma arma de presente,
é como uma guitarra no lugar de uma viola,
é como ser egoísta sem ser ser humano,
é como roupa de papai Noel no verão,
é como Coca-cola ao invés de água,
é como gostar mais de dinheiro do que da família,
é como sentir solidão com bilhões de pessoas no mundo,
é como ter depressão tendo tudo que sempre quisemos,
é como um pneumologista fumante,
é como o planeta Água se chamar Terra.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
2011

Para mim, e para todos, desejo:
1º Saúde, essencial a todos os que povoam este mundo.
2º Amor, muito amor, em todas as suas variantes e extensível a todos os seres.
3º Compreensão, só assim seremos mais humanos.
4º Dinheiro porque, lamentavelmente, não podemos dispensá-lo.
5º Paz no mundo. Só então mereceremos ser considerados racionais.
6º Sorrisos a iluminar o rosto de cada ser humano.
7º Verdade para que sejamos verdadeiramente livres.
8º Tempo para cumprir o que me propus e corrigir os meus erros.
9º Que em cada ser brote a pré- disposição para a verdade, para a humildade,
para a razão e honestidade. Que possamos dialogar sempre e nos entender sempre mais.
A razão para tudo está no simples desejo de pensar como coletivo, ser egocêntrico somente nos momentos de cura, de tratar-se de alguma dor e ainda assim esta solidão não deixa de ser coletiva, já que quem nos ama também nos quer bem,
se você estiver feliz, não me importa quanto tempo precisastes estar distante de mim, o meu querer-te como amigo,irmão, amor ou apenas como ser ainda está aqui e isso é para todos como foi para mim. Agradeço por todos que se somaram na minha vida e a todos aqueles que compreenderam meus sumiços, minhas distâncias,minhas fraquezas ...a todos que se fizeram presentes em essência e aqueles que permaneceram na minha vida. Carrego todos com o coração apertado em cada mudança que minha vida tiver daqui por diante. 2010 foi pra mim um ano de construções e os frutos serão bem colhidos em 2011...com muita pré- disposição de estar muito muito feliz, mesmo que sozinha , distante ou tão pertinho e acompanhada. O que importa é que hoje não vivo de passado, eu quero mais é o presente, e o futuro é só deixar fluir!!!!!!!!
Que 2011 seja iluminado para todos nós!!!!
E eu como católica, digo e repito .... e acreditem: E é só com ele, o meu nada que acorda diferente todo dia, é tudo.
Que teu Deus esteja sempre contigo!!! E que o meu me acompanhe sempre!!
" Endurecer sem perder a ternura "
Adri.
PLUMA JAPONESA - inflorescência magenta

Rasgaste o instante com a tenuidade do vento e acendeste-me a vida
com alvoradas de espanto.
e ocasos de luz foste mariposa breve,na papoila púrpura que trazia na mão
Com o silêncio exemplar, dos momentos ímpares,coraste de resplendor a paisagem sombria de meu ser imperfeito.
E o tempo prometido não chega, detém-se frígido e dolente em valados de lembranças,
desfalecido de ímpetos tempo hirto e insofrido que encobre desleal meus sonhos incumpridos.
È nosso o instante em que nos rendemos, a mil carícias abrasadas,
suadas de melífluo querer a estremecer na língua alvoroçada de paixão.
È nossa a hora em que tua alma se tatua na minha pele impaciente de ti,
e incendeio teu ser no meu leito de camélias e perfumes de marfim.
é nosso o tempo em que hasteamos a voz e somos universo ímpar quando banhados de ambrósia nossos corpos convulsos,se reconciliam em nós.
È tua a fragrância que seduz o sonho colorido de açucenas, no bouquet de memórias
que agasalho em mim.
Es sempre tu.Que aflora agora os lábios exaltados por anseios admiráveis,
dessa íris que era eu,que admira o fluir dos lirios tão teus.
Fascínio,sinceridade,confiança,acolhimento,e o nascer das folhas o ano todo,
assim os fetos revivem a cada dia,entre os intervalos de nossos pés.
" Endurecer sem perder a ternura "
Adri. 28/12/2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Minha composição
O que vi foi fogo e rosas.
Entreameados de preto e suor.
Vi foi um balançar de almas, um balé de desejos, uma dança de vestígios.
E os olhos passavam voando...
Ou demoravam-se,
Ou exploravam- se
Ou se perdiam,
um pouco mais.
Aqui ou lá? Que importa?
Olhos são sempre olhos.
Quis ter tinta de desenhar no que inexiste,
ter mãos para alcançar o que atraía e assustava.
Foi algo entre sublime e etéreo,
mas de uma humanidade que doeu
.Foi prosa.
Foi rosa.
Foi cor.
A flor absolve o martelo?
Ou o martelo absorve a cor?
Ou a cor muda as dores?
Foi algo entre sublime e etéreo,
mas de uma humanidade que doeu
Ou demoravam-se,
Ou exploravam- se
Ou se perdiam,
um pouco mais.
Entreameados de preto e suor.
Vi foi um balançar de almas, um balé de desejos, uma dança de vestígios.
E os olhos passavam voando...
Ou demoravam-se,
Ou exploravam- se
Ou se perdiam,
um pouco mais.
Aqui ou lá? Que importa?
Olhos são sempre olhos.
Quis ter tinta de desenhar no que inexiste,
ter mãos para alcançar o que atraía e assustava.
Foi algo entre sublime e etéreo,
mas de uma humanidade que doeu
.Foi prosa.
Foi rosa.
Foi cor.
A flor absolve o martelo?
Ou o martelo absorve a cor?
Ou a cor muda as dores?
Foi algo entre sublime e etéreo,
mas de uma humanidade que doeu
Ou demoravam-se,
Ou exploravam- se
Ou se perdiam,
um pouco mais.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
INSPIRAÇÃO DEPRESSIVA
Tudo o que é desmedido causa dano.
Comer demais é tão nocivo quanto comer de menos.
Uma vida sedentária conduz tanto à destruição quanto uma vida corrida.
E o amor? O amor também.
Amor ao outro, aos filhos, a uma causa... tudo aquilo que nos ultrapassa,
nos faz esquecer, nos torna dependentes e vulneráveis é prejudicial.
O amor exagerado ao parceiro, sufoca-o.
O ciúme doentio pode levar um a querer experimentar
exatamente o que o outro teme tanto, para que, enfim,
este tenha razão e possa se sentir justificado.
E as pequenas mentiras dentro de um casal surgem também à partir daí.
Fazem-se coisas às escondidas, às vezes sem grande importância,
mas que se o outro souber vai causar brigas.
Estabelece-se assim a dualidade entre os casais mais unidos.
É aí que os caminhos começam a se separar.
Pais que amam tanto os filhos que fazem tudo por eles e no lugar deles,
os deixam despreparados para a vida. É como agasalhar demais,
dar presentes demais, estar sempre disponível, não saber dizer não.
A vida nunca se conduz como pais protetores e não é raro ver criminais
que foram superprotegidos na infância e adolescência.
Toda pressão conduz à necessidade de sair dela.
A proibição absoluta é um grande abismo atraente.
E o excesso de liberdade pode conduzir à libertinagem.
Filhos livres demais são tão infelizes quanto os que se sentem em prisão.
Sentem-se mal-amados.
Não podemos viver a vida dos nossos filhos por eles e não podemos deixá-los vivê-la
completamente sozinhos, pois nosso papel é justamente educá-los, mostrar o que é
certo e errado, deixar que façam suas experiências e estar do lado para quando precisarem.
Mesmo a dor é necessária e útil ao nosso equilíbrio.
O equilíbrio é o sal na vida, é o tempero, o que dá gosto.
Deve haver sempre uma balança em todas as nossas ações.
Não dizemos que as pessoas loucas são desequilibradas?
Para essas pessoas não existe meio termo, alguma coisa nas suas vidas
pesou tanto que causou essa desigualdade essencial a uma vida sã.
O que é normal e anormal nas nossas atitudes no dia-a-dia nem
sempre é visível aos nossos próprios olhos.
Nossos conceitos podem cegar-nos e frequentemente precisamos
de um olhar exterior que nos mostre onde estamos errando.
E aí precisamos estar abertos a críticas, não como algo prejucidial,
mas como uma nova visão daquilo que pensamos.
Comer demais é tão nocivo quanto comer de menos.
Uma vida sedentária conduz tanto à destruição quanto uma vida corrida.
E o amor? O amor também.
Amor ao outro, aos filhos, a uma causa... tudo aquilo que nos ultrapassa,
nos faz esquecer, nos torna dependentes e vulneráveis é prejudicial.
O amor exagerado ao parceiro, sufoca-o.
O ciúme doentio pode levar um a querer experimentar
exatamente o que o outro teme tanto, para que, enfim,
este tenha razão e possa se sentir justificado.
E as pequenas mentiras dentro de um casal surgem também à partir daí.
Fazem-se coisas às escondidas, às vezes sem grande importância,
mas que se o outro souber vai causar brigas.
Estabelece-se assim a dualidade entre os casais mais unidos.
É aí que os caminhos começam a se separar.
Pais que amam tanto os filhos que fazem tudo por eles e no lugar deles,
os deixam despreparados para a vida. É como agasalhar demais,
dar presentes demais, estar sempre disponível, não saber dizer não.
A vida nunca se conduz como pais protetores e não é raro ver criminais
que foram superprotegidos na infância e adolescência.
Toda pressão conduz à necessidade de sair dela.
A proibição absoluta é um grande abismo atraente.
E o excesso de liberdade pode conduzir à libertinagem.
Filhos livres demais são tão infelizes quanto os que se sentem em prisão.
Sentem-se mal-amados.
Não podemos viver a vida dos nossos filhos por eles e não podemos deixá-los vivê-la
completamente sozinhos, pois nosso papel é justamente educá-los, mostrar o que é
certo e errado, deixar que façam suas experiências e estar do lado para quando precisarem.
Mesmo a dor é necessária e útil ao nosso equilíbrio.
O equilíbrio é o sal na vida, é o tempero, o que dá gosto.
Deve haver sempre uma balança em todas as nossas ações.
Não dizemos que as pessoas loucas são desequilibradas?
Para essas pessoas não existe meio termo, alguma coisa nas suas vidas
pesou tanto que causou essa desigualdade essencial a uma vida sã.
O que é normal e anormal nas nossas atitudes no dia-a-dia nem
sempre é visível aos nossos próprios olhos.
Nossos conceitos podem cegar-nos e frequentemente precisamos
de um olhar exterior que nos mostre onde estamos errando.
E aí precisamos estar abertos a críticas, não como algo prejucidial,
mas como uma nova visão daquilo que pensamos.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Isso corresponde á mim
Sou composta por urgências:
minhas alegrias são intensas;
minhas tristezas, absolutas.
Entupo-me de ausências,
Esvazio-me de excessos.
Eu não caibo no estreito,
eu só vivo nos extremos.
Pouco não me serve,
médio não me satisfaz,
metades nunca foram meu forte!
Todos os grandes e pequenos momentos,
feitos com amor e com carinho,
são pra mim recordações eternas.
Palavras até me conquistam temporariamente...
Mas atitudes me perdem ou me ganham para sempre.
Suponho que me entender
não é uma questão de inteligência
e sim de sentir,
de entrar em contato...
Ou toca, ou não toca.”
Clarisse Lispector
domingo, 31 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
SAUDADES DO MEU PAI

FAZ um tempão que vi essa imagem, um arco-iris na beira da estrada, na verdade isso era em SC numa viagem com meu ex marido, a única que fizemos aliás, viagem total porque esquecemos de salvar o que iamos salvar, nosso casamento....por fim, não era disso que eu tava falando..sempre que vejo beleza no céu lembro-me dele ah...a imagem da postagem abaixo( um pescador numa canoa) vai ser minha tatuagem em homenagem ao grande homem da minha vida, o unico em perfeita conexão comigo....meus maiores defeitos e qualidades são dele, como se ele tivesse me moldado sua propria essência de pessoa.
A pessoa que mais me preenchia,me compreendia, me amava.
Alguém que sabia olhar e dizer muito da vida, com seu proprio jeito de vivê-la
HOMEM
e ai de quem duvide, ele fez 5 mulheres lindas além de minha mãe,,muito feliz!!!!!
Pai, eu te amo!!!!!!!!
E ainda muito....eu queria poder ter a certeza de te encontrar em outro plano e saber dizer isso pro Senhor, com meu peito cheio desse amor que me sufoca e me agride.
Viver não é tão fácil sem você!
Sofrimento? Prazo de validade 12 horas.

Quem convive comigo e sabe mais da minha vida pessoal, fatos reais, não ti-ti-ti de fofoqueiros, estas pessoas sabem que sempre digo que aprendi a sofrer por 12 horas quando um relacionamento não dá certo, disse relacionamento não especifiquei namoro, nem casamento, relacionamentos são de amizades, parentesco, namoros, conhecer, etc...etc...etc... e ontem alguém citou isso
Claro que dos relacionamentos os que mais nos machucam são os namoros e casamentos, disso não temos dúvida.
Disse que aprendi isso, sofrer por 12 horas, porque já sofri muito por gostar de alguém, você conhece, gosta, acredita no seu sentimento e no que a outra pessoa diz, aposta todas as tuas fichas, se doa por completo, faz da sua vida e da vida da pessoa uma só vida, isso tudo tem um lado muito bom, o de estar amando.
A gente vira criança, sonha, fantasia, planeja, enfim, se entrega mesmo, de corpo e alma acreditando que aquela é a pessoa certa, é a tampa da sua panela, a sua alma gêmea, o seu eu.
Mas aí, vão passando os dias, meses e até anos, e você vê que aquela pessoa não tem nada a ver com você, isso quando no meio do caminho não descobre uma traição, que aí sim é o pior, pois traição é a TOTAL FALTA DE CONSIDERAÇÃO E RESPEITO que uma pessoa pode ter por outra.
Aí seu mundo cai, o castelo dos sonhos vira um monte de escombros, os príncipes viram sapos, as princesas perdem as máscaras, os planos vão ralo abaixo, o corpo dói, porque amar dói como já disse Alzira e Jakutinga, e você, apaixonado ou apaixonada fica só se perguntando: NO QUE FOI QUE EU ERREI????
Alguns dizem: Não, não foi você quem errou.
FOI SIM!!! Sabe onde? VOCÊ NÃO SE AMOU!
Se você tem a consciência de que fez tudo para dar certo e para estar junto então realmente só faltou você se amar.
Se você soubesse SE AMAR antes de AMAR ALGUÈM, não se entregaria desse jeito e estaria mais equilibrada ou equilibrado.
Pensando nisso me propus a ficar um bom tempo solteira e aprender a me amar, e junto com isso decidi que o sentimento que eu tiver pela pessoa que estiver comigo, que nele se inclui, gostar, ser companheiro, respeitar, viver junto, ser parceiro, amigo, amante, isso tudo teria que ser suprido em 12 horas, depois disso um banho novo, barba feita, bem vestido, perfumado e A VIDA CONTINUA.
O tempo que eu PERDER sofrendo por esta pessoa que não teve consideração ou não me quis eu nunca mais vou recuperar, e a vida não vai parar para esperar eu me recuperar, ela continua andando e enquanto eu estiver chorando e lamentando, as novas pessoas que podem me fazer feliz vão passando...passando...passando...
Isso não é frieza, é auto-proteção, é AMOR PRÓPRIO!
Sentimentos ao vento, relento, aguento.
Coração apertado, angustiado, acuado.
Vontades do conhecer, do aprender e do se perder.
Do VIVER, apenas VIVER.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
isso ai
Não olhe muito tempo pra dentro do abismo, que o abismo começa a olhar dentro de você."
"Sentir piedade de um ser humano, é conduzi-lo a destruição."
"Na vingança e no amor a mulher é mais cruel que o homem."
"O inimigo mais perigoso que você poderá encontrar será sempre você mesmo."
"Sempre há um pouco de loucura no amor, porém sempre há um pouco de razão na loucura."
(Friedrich Nietzsche)
"Sentir piedade de um ser humano, é conduzi-lo a destruição."
"Na vingança e no amor a mulher é mais cruel que o homem."
"O inimigo mais perigoso que você poderá encontrar será sempre você mesmo."
"Sempre há um pouco de loucura no amor, porém sempre há um pouco de razão na loucura."
(Friedrich Nietzsche)
Já que não podemos participar de debates, vamos aos outro meios....


Pará
Governador:
Cleber Rabelo – 16
Vice: Fátima “Fafá”
Senadores:
Abel Ribeiro – 160
Paulo Braga – 161
Deputado Federal:
Ailson Cunha – 1.616
Deputadas Estaduais:
Ângela Azevedo – 16.123
Taís Raniere – 16.016
Encontre o PSTU no Pará
Belém
Rua 1º de Queluz, casa nº: 134
São Braz - Belém - PA
Telefone: (91) 3226 6825
belem@pstu.org.br
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
a frustração de uma solteira
Cozinhar pra um só é uma chatice. Eu sei cozinhar... modéstia a parte eu até me viro muito bem nesse ponto, mas por menos que se cozinhe, tudo parece que vai durar um mês. Eu cozinhei outro dia feijão (entendam: cozinhei algo em torno de 250gr de feijão) e o treco durou uma semana inteira! Chegou no fim da semana eu não conseguia mais olhar pra o tal feijão. E isso serve também para arroz, legumes, carne moída, macarrão... enfim, eu só sei que consegui entender porque Miojo é a ração pra solteiro. É que é fácil de preparar, a porção é individual, e você consegue mudar de sabores com uma "certa facilidade"!
Essas são só as primeiras observações minhas aqui. Aos poucos compartilharei mais coisas nesse espaço.
Um abraço e até a próxima!
Essas são só as primeiras observações minhas aqui. Aos poucos compartilharei mais coisas nesse espaço.
Um abraço e até a próxima!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Tributo ao meu dia
Transgredi entre meios que não conheço. Despistei de mim valores seguros.
Amanheci diferente hoje, sonhei que não dormi e que roubaram alguma coisa que nem era minha, acordei pensando o quanto isso seria estranho.Não tive tempo de resolver nem meus minimos detalhes e achei tempo de repente pra ter surpresas boas e ruins.
Encontrei irmãos e descobri a que nível estão, percebi o quanto estava sendo ingênua em criticá-los do quanto me magoou e guardo isso em mim, fazendo meu mal.
Percebi que confiança é algo que define as pessoas e muito mais que isso, as relações.
A dureza surgiu em mim, o renome " Record " gritou na minha alma e eu não fujo mais disse não!!!
"Se um dia eu sorrir, foi relâmpago no fogo e brilho na alma. Nada me afeta, nada me alerta"
frase dita por mim em uma de minhas cartas de despedida.....retornando hoje pra minha vida como uma rocha mal lapidada pelos atritos fisicos do mar e a terra.
Meus valores, minha moral interrompida por algo que nem valia a pena.
Minha descoberta e de fato, a real liberdade de mim mesma.
"Endurecer sem perder a ternura"
A raiva não deixa vítimas, sendo que o causador nem é tão ruim assim, levando em consideração seu tamanho.
Queria ter uma montanha própria, e subir nela sempre que me sentisse assim, só pra ver a grandeza do mundo e a minha futilidade por ainda me assustar com decepções.
Já tive diversos jardins e alguns deles já mucharam, já foram estraçalhados por formigas e fungos.
Este está abandonado, não quero orquideas,nem margaridas, nem rosas...quero espinhos, cravos e galhos secos...que é pra eu aprender a preparar a terra novamente e fazer um, melhor e mais belo....como uma cenoura....como uma batata...vou fazer uma orta....é mais do que se vê.
Meu dia 03 de Agosto.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
a real..
Na hora de listar as qualidades que a gente quer encontrar nas pessoas com quem iremos nos relacionar vida afora, está lá a indefectível “sensibilidade”.
A gente quer que o patrão seja sensível e não um grosso. A gente quer que nossa amiga seja sensível e não um trator. A gente quer - e como quer! - que nosso namorado seja sensível e não um machista brucutu.
Encontrar sensibilidade nos outros é meio-caminho andado para o entendimento. E sermos, nós mesmos, sensíveis, também é um filtro bem-vindo, é a sensibilidade que permite nossa comoção diante de um quadro, de uma música, de um amor que nos arrebata ou de uma perda irreversível.
Mas admito que sinto uma certa inveja daquelas pessoas que são sensíveis mas não se tornam vítimas da própria emoção. Porque sensibilidade demais esgota a gente.Tem horas em que o filtro não filtra coisa nenhuma: permite que a gente seja atingido profundamente por coisas que mereceriam menos entrega. Cultivamos mágoas por coisas que nos aconteceram 15 anos atrás, remoemos culpas que já foram mais que perdoadas e esquecidas, temos nosso sistema nervoso totalmente abalado porque alguém compreendeu mal nossas palavras, sofremos por questões insolúveis, sofremos, sofremos, e sofrer dá uma senhora consistência à nossa vida, mas como cansa.
Às vezes me farto dos ideais que persigo e que, por serem ideais, nunca se concretizarão plenamente. A vida é defeituosa, imprevisível, nada é exatamente como a gente gostaria que fosse - e sensibilidade é algo que faz a gente aceitar isso e ser feliz do mesmo jeito. Já sensibilidade demais dá nos nervos e fatiga à toa. Uma certa frieza nos faz andar mais rápido, não nos retém.
Como se mede, se pesa, se percebe a sensibilidade suficiente e a sensibilidade excessiva? No quanto ela joga a nosso favor ou contra. Sensibilidade suficiente refina você, lhe dá um foco na vida. Já a sensibilidade excessiva faz de você protagonista de um dramalhão mexicano. Temos escolha? Não se escolhe, é o que se é. Os que são sensíveis na medida aproveitam a vida sem duras cobranças internas. Já a turma dos excessivos pega canetas, câmeras, pincéis, sapatilhas, instrumentos, e transforma o excesso em arte. Ou faz besteiras. Cada um encontra onde colocar sua sensibilidade, uns com leveza, outros com fartão de si mesmos. Os únicos que seguem não entendendo nada são os insensíveis.
A gente quer que o patrão seja sensível e não um grosso. A gente quer que nossa amiga seja sensível e não um trator. A gente quer - e como quer! - que nosso namorado seja sensível e não um machista brucutu.
Encontrar sensibilidade nos outros é meio-caminho andado para o entendimento. E sermos, nós mesmos, sensíveis, também é um filtro bem-vindo, é a sensibilidade que permite nossa comoção diante de um quadro, de uma música, de um amor que nos arrebata ou de uma perda irreversível.
Mas admito que sinto uma certa inveja daquelas pessoas que são sensíveis mas não se tornam vítimas da própria emoção. Porque sensibilidade demais esgota a gente.Tem horas em que o filtro não filtra coisa nenhuma: permite que a gente seja atingido profundamente por coisas que mereceriam menos entrega. Cultivamos mágoas por coisas que nos aconteceram 15 anos atrás, remoemos culpas que já foram mais que perdoadas e esquecidas, temos nosso sistema nervoso totalmente abalado porque alguém compreendeu mal nossas palavras, sofremos por questões insolúveis, sofremos, sofremos, e sofrer dá uma senhora consistência à nossa vida, mas como cansa.
Às vezes me farto dos ideais que persigo e que, por serem ideais, nunca se concretizarão plenamente. A vida é defeituosa, imprevisível, nada é exatamente como a gente gostaria que fosse - e sensibilidade é algo que faz a gente aceitar isso e ser feliz do mesmo jeito. Já sensibilidade demais dá nos nervos e fatiga à toa. Uma certa frieza nos faz andar mais rápido, não nos retém.
Como se mede, se pesa, se percebe a sensibilidade suficiente e a sensibilidade excessiva? No quanto ela joga a nosso favor ou contra. Sensibilidade suficiente refina você, lhe dá um foco na vida. Já a sensibilidade excessiva faz de você protagonista de um dramalhão mexicano. Temos escolha? Não se escolhe, é o que se é. Os que são sensíveis na medida aproveitam a vida sem duras cobranças internas. Já a turma dos excessivos pega canetas, câmeras, pincéis, sapatilhas, instrumentos, e transforma o excesso em arte. Ou faz besteiras. Cada um encontra onde colocar sua sensibilidade, uns com leveza, outros com fartão de si mesmos. Os únicos que seguem não entendendo nada são os insensíveis.
Paz
Carrego-me às costas, sem me poder livrar de mim. Aperto os sentidos para me afastar. Chove lá fora e cá dentro. Faz frio.
Entreguei-me ao tempo como exilada de mim própria.
Fico, irremedialvelmente, em mim.
Na vida que tenho e no que não tenho.
No que faço, no que não faço e no que quero fazer.
Por vezes escondo-me... porque é mais fácil.
Fico na vida. Por opção? Ou porque é mesmo assim?
Sei que vou chegar ao meu lugar, um dia.
Mas a alma fraqueja e o corpo fica quieto.
Sei que vou chegar ao meu lugar.
Pena que não seja hoje.
Não é hoje.
É certo.
Sei que um dia verei alguém através de alguém e..
meus olhos nos olhos de outro,
minha carne no sabor de outra típica boca
meu cheiro nos sentidos de outra pessoa
e meu ser dentre tantos muitos.
Morro e doou tudo o que é meu, só me deixem meus olhos, para que eu veja meu caminho de paz.
Entreguei-me ao tempo como exilada de mim própria.
Fico, irremedialvelmente, em mim.
Na vida que tenho e no que não tenho.
No que faço, no que não faço e no que quero fazer.
Por vezes escondo-me... porque é mais fácil.
Fico na vida. Por opção? Ou porque é mesmo assim?
Sei que vou chegar ao meu lugar, um dia.
Mas a alma fraqueja e o corpo fica quieto.
Sei que vou chegar ao meu lugar.
Pena que não seja hoje.
Não é hoje.
É certo.
Sei que um dia verei alguém através de alguém e..
meus olhos nos olhos de outro,
minha carne no sabor de outra típica boca
meu cheiro nos sentidos de outra pessoa
e meu ser dentre tantos muitos.
Morro e doou tudo o que é meu, só me deixem meus olhos, para que eu veja meu caminho de paz.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
A minha ída...
Nós, como um abraço perfeito de quem ama.
Como Xango casado com Oxumaré descobriu
Que os dois não estariam a cá.
Xangô quase no céu, Oxum no rio.
Levo-te por dentro. Ligando o céu ao mar.
A cada arco-iris, eu vou te buscar.
E para que nosso amor não seque o mar.
Em forma de serpente ,vou ficar.
Para que desça até a terra á me buscar
Estou nos teus braços
Não estamos cá
Estamos além do mundo
Estás na minha pele...em forma de chuva com raiva,amar..
Adriene C. Moraes
Como Xango casado com Oxumaré descobriu
Que os dois não estariam a cá.
Xangô quase no céu, Oxum no rio.
Levo-te por dentro. Ligando o céu ao mar.
A cada arco-iris, eu vou te buscar.
E para que nosso amor não seque o mar.
Em forma de serpente ,vou ficar.
Para que desça até a terra á me buscar
Estou nos teus braços
Não estamos cá
Estamos além do mundo
Estás na minha pele...em forma de chuva com raiva,amar..
Adriene C. Moraes
Então vamos á ela

Você algum dia se sentiu péssimo por perceber que nunca vai conseguir mudar o mundo?
Perdeu um dia aquela esperança de todo jovem de querer fazer todos ficarem felizes e acabar com a miséria, fome, etc?
Sentiu que pessoas com tanta instrução quanto a sua ou até mais, não usam isso para fazer as pessoas se sentirem bem, apenas para melhorar a sua própria vida?
Eu já... por um instante o mundo perdeu seu encanto.
Quando menos percebi já estava dando risada de novo, como se estivesse tudo bem.
A gente se conforma e isso é uma das piores coisas que se percebe ao longo da vida.
Isso acontece com muitas pessoas, infelizmente precisamos disfarçar esta tristeza para não perdermos a vontade de viver.
Mas o que realmente podemos fazer para ajudarmos pessoas ao nosso redor?
Quanto ajudar? Quanto tempo, dinheiro, humor da sua vida gastar para ajudar os outros?
Qual seria a porcentagem da sua vida gasta para ajudar alguém sem necessariamente obter um retorno por isso?
Várias são as perguntas. Problemas sempre surgirão.
Outro ponto seria o quão efetiva esta ajuda seria. Será que a ajuda dada resolve de maneira esperada o problema a ser resolvido? Ou será que o dinheiro enviado para ajudar alguém a comer está sendo gasto para encher o copo de vodca de outra pessoa?
Podemos ajudar inúmeras pessoas. Mas será que estas pessoas que foram ajudadas serão instruídas suficientemente para ajudar outras pessoas? Talvez essas pessoas ajudadas façam tão mal quanto outras pessoas e ainda estarão sendo financiadas por você.
Personalidades não são tão fáceis de serem moldadas, especialmente com tanta informação inválida jogada por qualquer canto que se queira olhar.
Eu vivo por ai.......

Segundo Freud, o próximo requisito cultural que se torna necesário é a justiça, ou seja, encontrar meios para garantir que a ordem jurídica estabelecida não seja quebrada para favorecer a um indivíduo ou grupo. E nesse momento não posso deixar de mencionar, em vista da situação política de nosso país, como tais meios para estabelecer a justiça estão corrompidos.
Enfim, o resultado de tal processo seriam as renúncias que os homens devem fazer, sacrificando suas satisfações pulsionais para alcançar certa regulação nos vínculos entre os homens. Em compensação, ninguém seria vítima de qualquer tipo de violência, ou de dominação.
Tendo em vista tais argumentos, vemos que o desenvolvimento cultural impôs aos homens certa limitação de sua liberdade. "A liberdade individual não é um patrimônio da cultura" - conclui Freud.
Uma das bases sobre a qual se edifica a cultura é a repressão da sexualidade. Assim, diz Freud, a cultura se comporta em relação á sexualidade como um povo que submete outro para explorá-lo. A sociedade então impõe exigências na vida sexual, tratando uniformemente os indivíduos, sem levar em conta as desigualdades na constituição sexual inata aos seres humanos.
E não apenas a sexualidade: estamos perdendo as rédeas do que ainda se chama cultura.
Cultura não é ganância....não é mídia!!!!
Cultura popular significa do povo.
Eu amo o Espaço Cultural Coisas de Negro e gostaria que meus filhos aprendessem lá o que é cultura, mas antes peço á Deus que a mídia e a ganância não ceguem quem grita....quem ouve e quem ama este espaço.
A evolução se faz necessária, mas a essência deve permanecer....
Viva ao espaço que era, que é.......vamos rezar e pedir que ele se mantenha :
....com cultura
....com saber
....com essência
....com energia
Que seus donos sejam o povo
Que a ganância não atraia e nem afujente as pessoas envolvidas nas culturais que rolam por lá.
Viva ao nosso espaço!!!!!!!!!
Valorizem o nosso!!!!!!!!
O MAIS SIMPLES
Tirar um objeto e compará-lo com coisas que aconteceu em sua vida. Um copo sujo. UM CD. Começar a lembrar das coisas boas, lembre-se das coisas ruins demais. Tente olhar a vida como um objeto simples. Você vai descobrir que as coisas simples trazem mais felicidade para você do que outras coisas. O que pode ser mais bonito do que um sorriso de uma criança? Ou um cão executando após uma bola? Você já viu isso? O que pode ser mais simples e enquanto isso tão intrigante? Desculpe, eu estou indo terminar este texto mais tarde... Tenho de tomar meu filho e meu cachorro para ver o pôr do sol perto das colinas à beira do Lago.
SAUDADE DO CÉU

No corpo de uma simples e rastejante lagarta, a Natureza exemplificou um poder que a ciência se recusa a aceitar; um fenômeno de explicação impossível para o homem comum: o poder do renascimento, ou, mais concretamente, a metamorfose de uma humilde lagarta em borboleta colorida e alada.
As ações e reações de uma lagarta não são muito diferentes das dos homens comuns: ela nasce, vive em seu pequeno mundo, sente medo, fome, frio e calor, e procura alimento, sol e segurança, como a maioria de nós.
Se disséssemos à lagarta que num dia próximo ela criaria asas e voaria num grande mundo colorido, cheio de luz e de flores, um paraíso que jamais poderia imaginar, liberta do chão raso para esvoaçar feliz em outros horizontes, a lagarta não poderia acreditar e, simplesmente, diria que estávamos loucos. Não é assim que seria? Esta seria também a observação que a maioria das pessoas comuns faria, somente preocupadas com sua sobrevivência física, com seu pequeno mundo, e alheias completamente à imortalidade do espírito, à continuidade da vida em outros planos de consciência, ao mistério da reencarnação e à evolução espiritual constante do homem em vidas sucessivas.
Ocorre que existe uma grande quantidade de pessoas que não podem ser classificadas de comuns. Num mundo povoado somente por lagartas, essas pessoas também nascem lagartas, mas têm, em diversos graus, a consciência de que são borboletas, falam sobre a vida das borboletas, têm saudade do céu das borboletas, preparam-se para suas futuras vidas de borboletas e sentem, borboletas entre lagartas, uma espécie de solidão cósmica indefinida.
Esta saudade do céu manifesta-se como uma espécie de angústia, como uma sensação de que algo está faltando, como uma misteriosa ansiedade, como uma insatisfação interior que, apesar de todas as possíveis conquistas materiais realizadas, nunca é aplacada, nunca tem solução, pelo menos enquanto estivermos lagartas. Esta saudade do céu conduz as pessoas à busca espiritual.
No mapa astrológico natal, a saudade do céu é facilmente identificável, pois algumas pessoas já nascem assim. Planetas colocados na casa 12 , aspectos entre Sol e Netuno e entre Júpiter e Netuno, o signo de Peixes enfatizado, o elemento água fortemente carregado ou a ausência do elemento terra, são alguns dos indícios de que a pessoa tem certo grau desta saudade do céu. A qualidade dos aspectos e a análise do restante do mapa permitirão sabermos se a pessoa conviverá com esse sentimento de uma forma saudável ou de uma forma distorcida.
Os que convivem com esse sentimento de uma forma distorcida tenderão a se tornar crédulos demais, a acreditar em todas as "verdades" que seus sacerdotes eleitos ou gurus de plantão lhes disserem, a se tornarem fanáticos religiosos ou a utilizar vias de escape menos saudáveis como o alcoolismo e as drogas pesadas, entre tantas possibilidades mais ou menos contundentes, como forma de suportar essa sensação esquisita.
Os que convivem com a saudade do céu de uma forma positiva, farão da busca espiritual a parte mais importante das suas vidas. Com o tempo, eles entenderão que a busca espiritual é uma jornada rumo à tomada de consciência do Ser, onde cada projeto, cada processo, cada esforço é um passo na direção do interior, na direção da metamorfose em borboleta. Entenderão que esta jornada não tem fim, que esta jornada é um modo de vida, que esta jornada é um processo de tornar-se.
Embora respeitando as virtudes, os credos e os dogmas de suas possíveis religiões, eles estarão pairando acima destas, entendendo claramente que elas são apenas caminhos e, não, pontos de chegada. E saberão que a espiritualidade depende, acima de tudo, daquilo que se faz, da maneira como se vive, de como se utilizam as virtudes, os credos e os dogmas das religiões ou das diversas filosofias de vida.
Os que já perceberam interiormente essa sensação difusa, que resolvi batizar de saudade do céu, entenderão perfeitamente a que sentimento estou me referindo e já estarão na jornada rumo ao céu das borboletas.
Loucos para alçar vôo.
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